Depois do susto da depressão Kristin, as principais escolas artísticas iniciaram um retorno à atividade dentro do possíve le ainda com danos – em alguns casos consideráveis – por reparar.
O Orfeão de Leiria registou alguns danos, “de natureza pouco significativa”, como queda de painéis solares e de estruturas de proteção. Nenhuma das atividade foi afetada e as aulas retomaram na quarta-feira.
Na restante programação, espera-se arrancar a 44ª edição do festival Música em Leiria no dia 7 de março, com o Ciclo de Órgão, admitindo-se alguns ajustes em função das consequências da tempestade.
Na Sociedade Artística Musical dos Pousos, o telhado apresenta problemas, deixando água entrar no primeiro piso. Quarta-feira arrancaram as aulas, com algumas limitações. O mais importante, salientou o presidente Carlos Lopes, é “voltar a alguma normalidade, para ajudar os pais”.
Na Caranguejeira, o Instituto Jovens Músicos teve uma parte do telhado “seriamente afetada”. Com ajuda dos vizinhos, arranjou-se uma solução de recurso e a infiltração ficou resolvida. Mas uma parte das instalações está, para já, impraticável.
O diretor Jorge Barbosa esperava reabrir na quarta-feira, mesmo sem eletricidade. “Temos um gerador para remediar”.
A RockSchool do IJM, em Leiria, não teve problemas.

