Se há algo que a tempestade Kristin revelou foram as fragilidades da região. E no entender de Helena Freitas, docente da Universidade de Coimbra e especialista em Coesão Territorial, algumas dessas fragilidades passam pela existência de sistemas urbanos e rurais que “não estão preparados para estes picos”; infraestruturas subdimensionadas; a não integração do risco climático nos planos de ordenamento; a falta de diversificação da paisagem, entre outros aspetos.
Helena Freitas: “O desastre natural transforma-se em desastre social quando encontra vulnerabilidades”
Redesenhar as instalações críticas, investir em ciência hídrica, diversificar as cadeias de fornecimento são algumas das propostas de Helena Freitas para reconstruir pós-calamidade.