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Guia de exposições na região de Leiria

Consulte aqui algumas das exposições patentes no distrito de Leiria e concelho de Ourém.

Novas e atividades

Tipo Passe – uma exposição. O projeto da associação Café Central, que convida vários fotógrafos de Leiria a retratar voluntários no Dia do Município, ganha novamente forma de exposição na livraria Arquivo. A inauguração é no dia 8 de maio (19h).

O trabalho fotográfico de Alexandra Consolado é lembrado na Maceira

Ela e a fotografia. A Casa Amarela da Maceira apresenta fotografias de Alexandra Consolado, até 30 de maio. A curadoria é de José L. Diniz e Sónia Honório, que a título póstumo, recordam o trabalho da autora, que faleceu em agosto passado.

Prosseguem

Desenhos de Malhoa foram restaurados no Laboratório José de Figueiredo e estão em destaque no museu que lhe é dedicado nas Caldas da Rainha

Álbum de Desenho de José Malhoa, nosso Tesouro Nacional. O Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, assinala 92 anos de atividade revelando um conjunto de desenhos realizados nos finais do século XIX e classificados como Bem de Interessa Nacional em 2006. Restaurandos recentemente, estes documentos são considerados fundamentais para a compreensão dos processos criativos do pintor.

FOTO: CCDRC
O papel da mulher na sociedade está em destaque no Agromuseu, na Ortigosa

Raízes de mulher: sementes de futuro. O Agromuseu D. Julinha, na Ortigosa, reabre portas após o mau tempo com uma exposição da iniciativa Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que valoriza o contributo feminino para a agricultura e para a sustentabilidade dos territórios, reunindo fotografia histórica, documentos de arquivo e testemunhos atuais de produtoras, investigadoras e empreendedoras.

Datas vividas. Fotografias de efemérides que marcaram o Mosteiro da Batalha ao longo dos tempos, registadas por José Luís Jorge. Em espaços anexos ao Claustro D. Afonso V do Mosteiro, apresentam-se imagens relativas à Escola de Canteiros, que funcionou no monumento. O projeto desenvolve-se em regime de rotatividade, prevendo, ao longo dos próximos meses, mostrar várias atividades relevantes ocorridas no Mosteiro da Batalha.

FOTO: Armazém das Artes
Na sala escura do Armazém das Artes é possível apreciar desenhos de José Aurélio

A Raposa e as Esferas. Novo mergulho no universo criativo do escultor José Aurélio, numa exposição no Armazém das Artes, em Alcobaça, que explora os significados por trás das obras e revela como o desenho, a escultura e a imaginação se cruzam no percurso do artista.

Vilma Libana expõe peças de vidro gravadas e lapidadas em Porto de Mós

Rostos com história. Vilma Libana, da Marinha Grande, apresenta no Posto de Turismo de Porto de Mós algumas das suas peças de vidro que resultam da conjugação entre lapidação e gravura, em que explora temáticas como o retrato, cenas religiosas e outras representações de carácter artístico em cálices, taças, jarras e jarrões. A visitar até 17 de maio (encerra à segunda-feira).

O Príncipe Real D. Luís Filipe em África (1907). Breves notas literárias de um périplo político e diplomático, no Museu Municipal de Óbidos. A partir do Arquivo Histórico do Município de Óbidos, com curadoria de Tiago Felgueiras da Canhota, Maria Rosário Bastos e Olegário Pereira. Até 17 de maio.

Filipe Silva expõe “34 000 de nós” no Teatro José Lúcio da Silva

34 000 de Nós+Fotografia com Propósito. O fotógrafo Filipe Silva, a Academia BehindNature e a Corbário apresentam no foyer do Teatro José Lúcio da Silva uma exposição que documenta rostos e momentos do povo do Gungo em Angola e que faz parte do projeto com o mesmo nome e que visa apoiar o trabalho do Grupo Missionário Ondjoyetu em Angola. O momento assinala 20 anos de carreira de Filipe Silva como fotógrafo e, também, 15 anos como formador da área da fotografia. Nesse contexto, é apresentado um projeto fotográfico dos seus formandos da Academia Behindnature, intitulado “Fotografia com propósito”. No dia 15 de maio (21 horas), no teatro, decorrerá um workshop gratuito de fotografia em viagem. As exposições ficam patentes até 17 de maio.

Juntamos muita gente ao barulho. No Museu José Malhoa, nas Caldas das Rainha, há uma nova exposição que nasce do encontro entre a arte, a educação e a vontade de pensar o mundo em conjunto.
A partir da pergunta lançada pelo Plano Nacional das Artes, no âmbito da Bienal Cultura Educação #2 — “E em vez do medo?”, são apresentados trabalhos de Cenas de Teatro (Inês Fouto e Ana Proença), Editións N’Importe Quoi, Estela Costa, Mantraste, Paula Gibert Roset e Soraia Gomes Teixeira, em diálogo com criações desenvolvidas por alunos da Escola Secundária Raul Proença e da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro. Até 17 de maio.

O nosso mar começa aqui… 70% de ti. Desenhos e esculturas de alunos de duas turmas de 12.º ano de Artes Visuais da Escola Secundária de Francisco Rodrigues despertam para a problemática do desperdício de água. Um gesto para acordar consciências, especialmente as dos jovens. Na Ludoteca de Leiria, até 21 de maio.

Fanzinoteca Rock’n’Cave. A Biblioteca Municipal de Alvaiázere acolhe uma exposição de fanzines itinerantes, para celebrar os mais de 20 anos de atividade da Fanzinoteca Rock’n’Cave, que destaca o trabalho de artistas que continuam a explorar e expandir as possibilidades da edição independente. Até 22 de maio.

Desenhar Leiria. Alunos do 9º ano de Educação Visual da Escola Secundária Afonso Lopes Vieira mostram no átrio da Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, em Leiria, um conjunto de trabalhos que resultam da reflexão sobre a cidade após a tempestade Kristin. Árvores derrubadas, caminhos interrompidos e alterações na paisagem urbana serviram de ponto de partida para um olhar artístico centrado na observação, interpretação e reinvenção do espaço urbano. Até 23 de maio.

As aves do nosso concelho. Fotografias de Frederico Conceição no Posto de Turismo da Batalha. A exposição reflete um olhar atento e apaixonado sobre a avifauna local, convidando o público a conhecer e valorizar o património natural do concelho. Até 26 de maio.

Imagens antigas de Leiria, e não só, para descobrir ou recordar no Posto de Turismo de Leiria

Memória documentada. Da coleção de Fernando Rodrigues saem mais de 400 imagens da Foto Focal, de Vitorino Alves Andrade, e da Foco Castelo, de Joaquim Serrano, para um mergulho no tempo a partir da imagem no Posto de Turismo de Leiria. É uma nova proposta para conhecer nomes históricos da fotografia de Leiria, numa exposição com imagens da cidade, mas também da região e até de Goa. Até 30 de maio.

António José Ervedeiro expõe na galeria da Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, em Leiria

Os meus escritores. Pintura de António José Ervedeiro para ver na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, em Leiria. O artista partilha a sua visão pessoal sobre cada um dos escritores que o fascinaram, tanto aspetos biográficos como da leitura dos respetivos livros. É, também, um convite ao confronto entre a perspetiva de António José Ervedeiro e dos visitantes da exposição. Até 30 de maio.

Mourasencantadas. Sofia Pinto Correia leva à Galeria da Vila Medieval de Ourém um projeto iniciado em 2014 em que evoca a tradição de antigas lendas portuguesas, povoadas de histórias e seres fantásticos, e também a confeção das primitivas bonecas de pano. A artista dá vida a peças figurativas, representativas das muitas lendas das mouras encantadas que habitam o nosso imaginário. Até 31 de maio.

Óbidos destaca a obra de Nadir Afonso na galeria NovaOgiva

Nadir Afonso – Território de absoluta liberdade. A galeria NovaOgiva recebe uma exposição de homenagem a Nadir Afonso, no âmbito do festival Latitudes. É um convite a observar o universo de formas e ritmos do artista, aproximando o público de uma obra marcada pela modernidade, clareza e capacidade de reinventar o olhar. Até 31 de maio.

Francisco Fernandes. O artista expõe trabalhos no bar O Pica Miolos, em Leiria. Até 31 de maio.

Grave 5. Mostra coletiva de arte visual no Espaço de Turismo das Caldas da Rainha, com obras de artistas que integram o coletivo Grave. O projeto parte do conceito de interdependência como condição criativa, reunindo obras que exploram as relações entre o individual e o coletivo e que refletem a permeabilidade entre a prática artística e o quotidiano. O público é convidado a construir o seu próprio percurso expositivo, num projeto onde o sentido emerge das ligações entre obras, artistas e visitantes, através de trabalhos em múltiplos meios desenho, pintura, escultura, fotografia, entre outros. Até 6 de junho.

Marionetas fora de cena. O percurso criativo de José Carlos Barros está em evidência no Museu do Bombarral, onde é possível conhecer parte da obra com que o próprio artista e marionetista marcou o teatro de marionetas português. Até 7 de junho.

“Anjos” no Parlatório do Mosteiro de Alcobaça

Anjos… De visita à família. O primeiro aniversário da seleção das esculturas de terracota do Mosteiro de Alcobaça pelo Programa Watch da World Monuments Fund é assinalado no Parlatório do Mosteiro com uma exposição que conta com a parceria do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA). Pela primeira vez serão mostradas em Alcobaça duas esculturas de barro cozido, produzidas no monumento e que fazem parte do espólio do MNAA. São dois anjos do antigo Presépio do Mosteiro e um Arcanjo S. Miguel, que se juntam à família de 189 esculturas do acervo do Mosteiro de Alcobaça. Até 11 de junho.

Personagens literárias. Sofia Branco, da marca MariUp, mostra no Museu de Arte Popular Portuguesa – Capela da Misericórdia, em Pombal, uma coleção de bonecas e bonecos de pano, inspirada em personagens da literatura infantil, desde clássicos intemporais até histórias contemporâneas, nacionais e estrangeiras. Até 14 de junho.

Allamano: 100 anos a Consolar. O Consolata Museu, em Fátima, em parceria com a Liga dos Amigos do Museu, apresenta uma exposição fotográfica que celebra o centenário do falecimento de São José Allamano, fundador dos missionários e missionárias da Consolata. 26 imagens convidam a uma viagem visual pelas missões espalhadas pelo mundo, testemunho da missão que alcança hoje 36 países. Até 20 de junho.

Individualmente juntos. Sónia Santos mostra pintura na Taberna da Praça, na praça Rodrigues Lobo, em Leiria. A artista plástica, natural de Vieira de Leiria, descreve o seu trabalho como uma manifestação de amor: “O Amor pode ser partilhado e vivido em comum, basta respeitar, escutar esse bichinho que se dá por nome Identidade e juntos caminhar, sorrir, chorar, partilhar… ‘Individualmente juntos’ para todo o sempre, seja ele qual for”. Até 20 de junho.

Recantos do feminino. Ilustrações de Ana Oliveira no Posto de Turismo de Fátima. Até 28 de junho.

FOTO: CMA
Museu do Vinho de Alcobaça recebe obras e intervenções de vários artistas

Terra: elemento de presença. No Museu do Vinho de Alcobaça, uma coletiva de arte contemporânea com obras de José Aurélio, Gabriel e Gilberto Colaço, Luís Plácido Costa, João Daniel, Thierry Ferreira, Irina Gabiani, Maria Korporal, Patrícia de Ferreira Malhão, Jorge Prata e Eija Tomiserva. Os artistas foram convidados a apresentar obras que se relacionem com Terra, “enquanto lugar de presença na relação consciente, subconsciente ou mesmo omnisciente do espaço/lugar de cada um”. Patente até 5 de julho.

Liberdade Escrita: 50 anos da Constituição Portuguesa. A associação Biblioteca da Nazaré e o Centro Cultural da Nazaré revisitam o processo histórico que conduziu à aprovação da Constituição de 1976, destacando o seu papel estruturante na consolidação da democracia em Portugal. Mais do que um documento jurídico, a Constituição é aqui apresentada como expressão viva de um tempo de transformação política, social e cultural, bem como um referencial de cidadania e liberdade. E que é fundamental conhecer melhor, também no Centro Cultural da Nazaré, até 5 de julho.

Batalha Real. A reinterpretação visual da Batalha de Aljubarrota, numa obra de António Cassiano Santos de grandes dimensões, parte dos mitos e das lendas, para atravessar o passado e o presente, num novo campo de batalha, colorido e contraditório. A descobrir no Armazém das Artes, em Alcobaça, até 16 de agosto (entrada: 2 euros).

amaDor. A Filarmónica das Chãs comemora 130 anos com um vasto programa de comemorações que incluem uma exposição que recorda diferentes momentos da história da banda, através de fotografias que retratam gerações de músicos e atividades ao longo do tempo. Em foco também estão as esculturas “A harpa”, de Alexandre Estrela, e “O toque de Orfeu”, de Abílio Febra. No Auditório da Filarmónica das Chãs, em Regueira de Pontes, Leiria, até dezembro.

O Museu de Leiria apresenta a vida e obra de Adriano de Sousa Lopes

Adriano de Sousa Lopes (1879-1944) – O pintor-poeta. A obra e o percurso criativo do artista natural de Leiria está em destaque na nova exposição do Museu de Leiria. O artista leiriense foi pintor, gravador, ilustrador e diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea e esteve como oficial-artista na frente de batalha com o exército português na I Guerra Mundial. Até 31 de dezembro. (Visitas suspensas na sequência dos efeitos da depressão Kristin)

“Refúgio e Caminho” está na Basílica da Santíssima Trindade, no Santuário de Fátima, até outubro de 2027

Refúgio e Caminho. Em 1925, a irmã Lúcia anuncia que teve uma nova visão da Virgem Maria, em Pontevedra. Todos os acontecimentos posteriores estão relatados na nova exposição do Santuário de Fátima, que apresenta um conjunto de objetos inéditos da irmã Lúcia, nunca exibidos ao público, e também duas pinturas classificadas como Tesouro Nacional: “Ecce Homo”, do Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, e a “Última Ceia”, do Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora. Com entrada gratuita, no piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade, até 15 de outubro de 2027 (todos os dias, à exceção da tarde de 24 de dezembro e dos dias 25 de dezembro e 1 de janeiro).

Permanentes/Longa duração

O Museu de Leiria convida a descobrir a história do território e também da humanidade

Museu de Leiria. Instalado no antigo convento de Santo Agostinho, do século XV, o museu conta a história do território de Leiria, desde há milhões de anos até ao presente. Em destaque estão os achados da Guimarota, que ajudam a perceber com era a fauna e a flora desde tempos pré-históricos, a Criança do Lapedo e o Abrigo do Lagar Velho, que contribuem para a compreensão da evolução da humanidade, além da memória de Collipo e da presença dos romanos por cá, do Castelo de Leiria e da herança medieval e religiosa, do Pinhal de Leiria e do olhar sobre a produção contemporânea. Abre de segunda a domingo (9h30 – 17h30), com bilhetes a 2,10 euros (grátis para cidadãos residentes no concelho de Leiria, mediante apresentação de documento comprovativo).

FOTO: CML
Desde 1996 que o m|i|mo se dedica à história do pré-cinema, cinema e fotografia

m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento. “Vizinho” do Castelo de Leiria, o museu preserva e apresenta diversos documentos e tecnologia relacionados com a história técnica e artística do pré-cinema, da fotografia e do cinema. Desde 1996 que o m|i|mo se dedica à recolha, salvaguarda, conservação e inventariação de objetos e técnicas relacionados com as imagens em movimento. Abre de segunda a domingo (9h30 – 17h30), com bilhetes a 2,10 euros (grátis para cidadãos residentes no concelho de Leiria, mediante apresentação de documento comprovativo).

A pedra está em destaque no Museu da Comunidade Concelhia da Batalha

Museu da Comunidade Concelhia da Batalha. “A Pedra e a Batalha: da matéria à vida” percorre a geologia, a história, a arte e a economia do território, numa verdadeira viagem através da pedra calcária, particularmente a do Maciço Calcário Estremenho, que está presente em vários aspectos da nossa vida (até nas pastas de dentes). A pedra e a cantaria têm sido uma fonte importante de desenvolvimento para a comunidade da Batalha e uma presença no dia a dia, ajudando à construção da sua história, da sua cultura e da sua atividade. O museu abre de quarta a quinta, nos seguintes horários: inverno (1 de outubro a 31 de março), das 9 às 13 horas e das 14 às 17 horas; verão (1 de abril a 30 de setembro), das 10 às 13 horas e das 14 às 18 horas.

A Câmara das Maravilhas – O gabinete encantado de José Aurélio. No Armazém das Artes está em permanência – e com entrada livre – uma exposição que remete para os Gabinetes de Curiosidades ou Câmara das Maravilhas em voga nos séculos XVI e XVII. Ali se reuniam, numa vitrine, objetos raros, artefactos insólitos, relíquias naturais e invenções humanas. Com curadoria de Alberto Guerreiro, em Alcobaça revelam-se peças da coleção do escultor José Aurélio: são objetos naturais, artefactos artísticos e peças singulares, selecionados entre a experimentação criativa e o colecionismo pessoal. “Espécimes que revelavam um mundo ainda por compreender, numa dança entre superstição, ciência, religião e arte. Um expositor de luz sobre as trevas”, lê-se na nota de apresentação.

Fragmentos da Memória e do Tempo. O Espaço Arqueológico José Costa dos Santos, no Centro de Interpretação Turística de Pedrógão Grande, procura divulgar a história do território, valorizando o património arqueológico do concelho e homenageando o arqueólogo José Costa dos Santos. Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira (9h-13h e 14h-17h).

peças de vidro em exibição no museu do vidro da Marinha Grande
Museu do Vidro cruza a tradição e a contemporaneidade

Museu do Vidro. No Palácio Stephens, na Marinha Grande, uma exposição dedicada às artes decorativas do vidro, bem como à tecnologia da produção de vidro utilitário, decorativo e científico, numa área expositiva que reflete a evolução da indústria vidreira em Portugal. De terça a domingo (10h13h e 14h-18h).

Edifício do Núcleo de Arte Contemporânea do Museu do Vidro da Marinha Grande
FOTO: Turismo Centro de Portugal
Núcleo de Arte Contemporânea do Museu do Vidro da Marinha Grande

Núcleo de Arte Contemporânea do Museu do Vidro. No segundo piso do espaço cultural da Marinha Grande está patente um conjunto de obras que representam cerca de 25 anos de vidro de expressão plástica contemporânea realizado em Portugal, bem como uma seleção de obras em vidro de artistas internacionais que foram sendo adquiridas ou doadas para a coleção do museu. A visitar de quarta a sábado (10h-13h e 14h-16h), com entrada gratuita.

Museu Joaquim Correia, na Marinha Grande

Orfeu. No Museu Joaquim Correia, na Marinha Grande, pelo rés-do-chão e pelo 1º piso do palácio e por
um pavilhão, descobre-se a estatuária de média e grande dimensão da autoria de Joaquim Correia. Aberto de quarta a sábado (10h-13h e 14h-17h).

Museu Marquês de Pombal, em Pombal

Museu Marquês de Pombal. Instalado desde 2004 num edifício pombalino, a Cadeia Velha, na Praça Marquês de Pombal, o museu monográfico conta com um núcleo bibliográfico composto por livros da época, sendo o mais antigo de 1717. O espólio permite uma leitura da história nacional e local do século XVIII e da vida do Marquês de Pombal como figura central da vida política portuguesa dessa época. Funciona de terça-feira a domingo (10h-13h e 14h-18h).

FOTO: CMO
Em Óbidos, o Museu Abílio de Mattos e Silva reforça a aposta na descoberta e reflexão sobre a obra do artista

Museu Abílio de Mattos e Silva. O museu de Óbidos reabriu ao público a coleção permanente, que revela as várias dimensões de Abílio de Mattos e Silva, da cenografia e figurinismo às artes gráficas. A reabertura marca um novo ciclo na valorização do património artístico e cultural, reforçando a ligação do museu à comunidade, às escolas e a todos os públicos, através de um Serviço Educativo criado para promover a descoberta, a aprendizagem e o diálogo com a obra de Abílio de Mattos e Silva. Visitável de terça a domingo (9h30-13h e 14h às 17h30).

FOTO: Centro de Artes das Caldas das Rainha
Painel de Bordalo Pinheiro está na nova sala dedicada à arte sacra do Atelier-Museu António Duarte

Painel de azulejos de Bordalo Pinheiro revelado nas Caldas. O Painel de Azulejos de Santo António de Lisboa, da autoria do mestre Rafael Bordalo Pinheiro, está em exposição pela primeira vez no Atelier-Museu António Duarte, nas Caldas da Rainha. Encontrado desmantelado e em mau estado, o painel foi restaurado pelo Museu Nacional do Azulejo e integra agora a nova sala onde é apresentada parte da coleção de arte sacra do Atelier-Museu António Duarte, onde pode ser visto, no Centro de Artes das Caldas da Rainha. A entrada é livre.


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