Novas e atividades
A fala do tronco. A fotógrafa experimental Sofia Silva apresenta uma exposição nos Laboratórios Criativos do Centro de Artes Villa Portela, em Leiria. Com participação de Alexandre de Magalhães e co-curadoria de Ana David Mendes, a partir dos vestígios deixados pela tempestade Kristin, a artista recorreu a processos da fotografia experimental, biomateriais e processos sustentáveis para refletir sobre memória, natureza e regeneração. Até 30 de agosto.
Contemplação gótica II. O Posto de Turismo da Batalha recebe pintura de Tiago Pereira, inspirada no Mosteiro da Batalha. O artista explora o monumento como tema central através de composições de base realista, integrando simultaneamente pormenores contemporâneos. Até 30 de junho.
T ermo. Na Sala Polivalente da Biblioteca da ESAD das Caldas da Rainha está patente um conjunto de trabalhos de Graciela Machado. São livros, litografias, folhas, soltas e trabalhos que se continuam, sem limite. Aqui, o espaço é encarado como lugar de observação e fazer continuado. Até 28 de junho.
Visita guiada a “Adriano de Sousa Lopes (1879-1944), o poeta-pintor” no Museu de Leiria. Maria de Aires Silveira, responsável pela museologia da exposição patente no Museu de Leiria, orienta uma visita que dá conhecer a vida e obra do artista natural de Leiria, que foi diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea e que, entre outras facetas, esteve na frente da I Guerra Mundial, registando a ação do Corpo Expedicionário Português. A visita é no domingo, dia 7 (16h), com inscrições através do número 244 839 677 ou museudeleiria@cm-leiria.pt.
Prosseguem
Saudade. Trabalhos realizados por estudantes do 9º ano da Escola EB 2,3 de Marrazes, patentes no Museu Escolar dos Marrazes.

Raízes de mulher: sementes de futuro. O Agromuseu D. Julinha, na Ortigosa, reabre portas após o mau tempo com uma exposição da iniciativa Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que valoriza o contributo feminino para a agricultura e para a sustentabilidade dos territórios, reunindo fotografia histórica, documentos de arquivo e testemunhos atuais de produtoras, investigadoras e empreendedoras.
Datas vividas. Fotografias de efemérides que marcaram o Mosteiro da Batalha ao longo dos tempos, registadas por José Luís Jorge. Em espaços anexos ao Claustro D. Afonso V do Mosteiro, apresentam-se imagens relativas à Escola de Canteiros, que funcionou no monumento. O projeto desenvolve-se em regime de rotatividade, prevendo, ao longo dos próximos meses, mostrar várias atividades relevantes ocorridas no Mosteiro da Batalha.

A Raposa e as Esferas. Novo mergulho no universo criativo do escultor José Aurélio, numa exposição no Armazém das Artes, em Alcobaça, que explora os significados por trás das obras e revela como o desenho, a escultura e a imaginação se cruzam no percurso do artista.

A guerra está presente. A Galeria Quattro, em Leiria, apresenta obras de José Maria Bustorff. O artista prossegue uma linha fortemente vinculada a causas humanas e políticas. A exposição fica patente até 5 de junho.
Grave 5. Mostra coletiva de arte visual no Espaço de Turismo das Caldas da Rainha, com obras de artistas que integram o coletivo Grave. O projeto parte do conceito de interdependência como condição criativa, reunindo obras que exploram as relações entre o individual e o coletivo e que refletem a permeabilidade entre a prática artística e o quotidiano. O público é convidado a construir o seu próprio percurso expositivo, num projeto onde o sentido emerge das ligações entre obras, artistas e visitantes, através de trabalhos em múltiplos meios desenho, pintura, escultura, fotografia, entre outros. Até 6 de junho.
A dança das coisas entre si. Exposição que culmina um projeto de Ricardo Guerreiro Campos, com a escola Tom da Terra,
patente no Atelier Kalambaka, Leiria, até 6 de junho.
Entre vales e memórias. Fotografia de Martim Santos no Castelo de Porto de Mós. É uma forma pessoal de retratar a vila de Porto de Mós, indo além dos lugares mais emblemáticos, para dar destaque aos pequenos detalhes do dia a dia que muitas vezes passam despercebidos. Até 7 de junho.
Marionetas fora de cena. O percurso criativo de José Carlos Barros está em evidência no Museu do Bombarral, onde é possível conhecer parte da obra com que o próprio artista e marionetista marcou o teatro de marionetas português. Até 7 de junho.

Tipo Passe – uma exposição. O projeto da associação Café Central, que convida vários fotógrafos de Leiria a retratar voluntários no Dia do Município, ganha novamente forma de exposição na livraria Arquivo. Até 8 de junho.

Anjos… De visita à família. O primeiro aniversário da seleção das esculturas de terracota do Mosteiro de Alcobaça pelo Programa Watch da World Monuments Fund é assinalado no Parlatório do Mosteiro com uma exposição que conta com a parceria do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA). Pela primeira vez serão mostradas em Alcobaça duas esculturas de barro cozido, produzidas no monumento e que fazem parte do espólio do MNAA. São dois anjos do antigo Presépio do Mosteiro e um Arcanjo S. Miguel, que se juntam à família de 189 esculturas do acervo do Mosteiro de Alcobaça. Até 11 de junho.
A arte cria a natureza e a natureza inspira a arte. Trabalhos realizados pelos alunos do Agrupamento de Escolas Conde de Ourém, do Pré-escolar ao 3º CEB, num trabalho que teve como objetivo procurar inspiração nas formas, na textura e na paleta de cores que a natureza oferece. Na Biblioteca Municipal de Ourém, até 12 de junho.
Personagens literárias. Sofia Branco, da marca MariUp, mostra no Museu de Arte Popular Portuguesa – Capela da Misericórdia, em Pombal, uma coleção de bonecas e bonecos de pano, inspirada em personagens da literatura infantil, desde clássicos intemporais até histórias contemporâneas, nacionais e estrangeiras. Até 14 de junho.
Allamano: 100 anos a Consolar. O Consolata Museu, em Fátima, em parceria com a Liga dos Amigos do Museu, apresenta uma exposição fotográfica que celebra o centenário do falecimento de São José Allamano, fundador dos missionários e missionárias da Consolata. 26 imagens convidam a uma viagem visual pelas missões espalhadas pelo mundo, testemunho da missão que alcança hoje 36 países. Até 20 de junho.
Individualmente juntos. Sónia Santos mostra pintura na Taberna da Praça, na praça Rodrigues Lobo, em Leiria. A artista plástica, natural de Vieira de Leiria, descreve o seu trabalho como uma manifestação de amor: “O Amor pode ser partilhado e vivido em comum, basta respeitar, escutar esse bichinho que se dá por nome Identidade e juntos caminhar, sorrir, chorar, partilhar… ‘Individualmente juntos’ para todo o sempre, seja ele qual for”. Até 20 de junho.
Terra Sol Liberdade. Assinalando 30 anos do Museu Jorge Vieira – Casa das Artes, o Centro de Artes das Caldas da Rainha inaugura no Museu Leopoldo Almeida uma exposição que nasce de uma residência artística realizada em Beringel, terra de barro e tijolo, onde os artistas convidados trabalharam durante dez dias lado a lado com os mestres locais António Mestre e José Manuel Parreira. Deste encontro entre tradição e experimentação surgiram novas obras que se cruzam agora com o espólio de Jorge Vieira. Até 28 de junho.

A diáspora transatlântica da Região de Leiria. A Rede de Arquivos da Região de Leiria lança no Teatro-Cine de Pombal uma exposição documental que ajuda a perceber os fluxos migratórios dos dez concelhos da Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria para as Américas, durante as décadas de 40 e 70 do século XX. Até março de 2027, a exposição vai passar por vários concelhos da CIM, chegando também ao Politécnico de Leiria.
Cool-ativa. O Castelo de Porto de Mós recebe o projeto de arte contemporânea que reúne trabalhos de dez artistas, apresentados de “forma ativa, próxima e simplificada” para que “o público consiga mergulhar nos diversos universos artísticos apresentados e compreender as histórias e realidades por trás de cada criação. Até 28 de junho.
Objeto escolha: a coleção municipal de cerâmica contemporânea. Até 28 de junho, a Adega dos Balseiros do Museu do Vinho de Alcobaça recebe mais um momento do projeto que revela peças de alta qualidade da coleção de cerâmica contemporânea municipal, assinadas por artistas nacionais e internacionais. O objetivo é dar a conhecer um espólio de valor inestimável histórico e cultural que, salvo raras exceções, tem permanecido em reserva, longe do olhar do público.
Recantos do feminino. Ilustrações de Ana Oliveira no Posto de Turismo de Fátima, algumas delas criadas para o livro “Os recantos do Sagrado Feminino”, de Teresa Amaro. Cada imagem é apresentada com um portal, em que figuras que evocam arquétipos, ciclos e transformações, lembrando que o feminino é movimento interno, profundidade e criação. Até 28 de junho.

Rostos deste mundo. Com o trabalho fotográfico que apresenta na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, em Leiria, Carlos Figueiredo procura chamar a atenção para a beleza de sermos tão diferentes mas tão iguais na essência que é pertencer à mesma espécie e habitar o mesmo pequeno planeta azul. A exposição de fotografias captadas em viagens ao longo de anos exibe expressões de várias pessoas, convidando a perceber o comum entre as diferenças. Até 30 de junho.
Santo António e o Menino. Tradição, fé e arte em miniatura da coleção particular de Sérgio Fonseca em exposição na Biblioteca Municipal Simões de Almeida (tio), em Figueiró dos Vinhos, até 30 de junho.
Michel Finck. O pintor, que tem raízes na Alsácia e que habita em Alcobaça, mostra desenhos a grafite e pintuas a pastel seco e óleo no Baú das Memórias, em Alfeizerão. Até 30 de junho.

Grave 5. O coletivo de artistas Grave leva ao Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha uma proposta de contemplação e troca de experiências. O espectador é chamado a percorrer diferentes narrativas e a estabelecer as suas próprias conexões com as obras e entre os temas abordados. Tornando-se então parte deste processo de criação e interpretação, prolongando a vida das imagens e dos gestos artísticos para além do espaço expositivo. Até 30 de junho.
E em vez do medo? Trabalhos dos Jardins de Infância e Escolas do 1º Ciclo – Agrupamento de Escolas Domingos Sequeira
Bienal Educação e Cultura na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, em Leiria. Até 30 de junho.
Tu foste com os pássaros. Fotografia de Patrícia Silva no Atelier Obscura, em Leiria. Um gesto de procura, uma forma de alcançar o que já não está, numa “obsessão silenciosa que transforma o álbum em gaiola, a memória em voo contido”. Até 3 de julho.

Terra: elemento de presença. No Museu do Vinho de Alcobaça, uma coletiva de arte contemporânea com obras de José Aurélio, Gabriel e Gilberto Colaço, Luís Plácido Costa, João Daniel, Thierry Ferreira, Irina Gabiani, Maria Korporal, Patrícia de Ferreira Malhão, Jorge Prata e Eija Tomiserva. Os artistas foram convidados a apresentar obras que se relacionem com Terra, “enquanto lugar de presença na relação consciente, subconsciente ou mesmo omnisciente do espaço/lugar de cada um”. Patente até 5 de julho.
Liberdade Escrita: 50 anos da Constituição Portuguesa. A associação Biblioteca da Nazaré e o Centro Cultural da Nazaré revisitam o processo histórico que conduziu à aprovação da Constituição de 1976, destacando o seu papel estruturante na consolidação da democracia em Portugal. Mais do que um documento jurídico, a Constituição é aqui apresentada como expressão viva de um tempo de transformação política, social e cultural, bem como um referencial de cidadania e liberdade. E que é fundamental conhecer melhor, também no Centro Cultural da Nazaré, até 5 de julho.
Pietà. O grito da natureza. DDACO expõe no Museu e Centro de Artes de Figueiró dos Vinhos. Um convite a refletir sobre a relação entre o ser humano, a natureza e a expressão artística contemporânea. A visitar até 5 de julho.
Batalha Real. A reinterpretação visual da Batalha de Aljubarrota, numa obra de António Cassiano Santos de grandes dimensões, parte dos mitos e das lendas, para atravessar o passado e o presente, num novo campo de batalha, colorido e contraditório. A descobrir no Armazém das Artes, em Alcobaça, até 16 de agosto (entrada: 3 euros).

Retalhos. Cristina Maria transforma fragmentos de destruição em arte, recorrendo à escultura, memória e emoção. Um trabalho inspirado na tempestade Kristin e impacto na região, patente no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, até 21 de agosto.

Corpo-Fantasma. Ana Mendieta, Adriana Proganó, Bruno Zhu, Cindy Sherman, João Gabriel, Lourdes Castro, Maria José Palla ou Mariko Mori são alguns dos artistas representados na nova exposição do Centro de Artes Villa Portela, que se desenvolve em torno da espectralidade, com 36 obras de 28 artistas. Trata-se de uma exposição que nasce da Coleção de Arte Contemporânea do Estado, com curadoria de Marta Espiridião. Até 30 de agosto.

A poética dos materiais. O escultor Abílio Febra mostra um conjunto de obras escultóricas que refletem um percurso artístico marcado por uma abordagem expressionista, onde a matéria, o gesto e a expressão se sobrepõem à técnica. A exposição é apresentada nas Cisternas do Castelo de Leiria. Até 31 de agosto.

Poem’Arte. Pintura de Olinda Mota e poesia de Virgílio Mota juntas em diálogo entre a palavra e a imagem no Moinho do Papel, em Leiria. A visitar até ao final do mês de agosto.

O quê?! O Banco das Artes Galeria, em Leiria acolhe a exposição do artista Jeff van Weereld. Trata-se de uma reflexão crítica sobre o mundo contemporâneo através de um conjunto de obras que cruzam escultura, experimentação material e comentário social. Até 13 de setembro.

Álbum de Desenho de José Malhoa, nosso Tesouro Nacional. O Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, assinala 92 anos de atividade revelando um conjunto de desenhos realizados nos finais do século XIX e classificados como Bem de Interesse Nacional em 2006. Restaurados recentemente, estes documentos são considerados fundamentais para a compreensão dos processos criativos do pintor. Até setembro.
Tradição nas mãos, arte no coração. O Posto de Turismo de Porto de Mós recebe trabalhos da artesã Belita, numa mostra que celebra o artesanato, a criatividade e as tradições locais através de peças únicas e cheias de identidade. Até 20 de setembro.

Dez cantos abertos. A Central das Artes de Porto de Mós recebe a exposição criada no âmbito da edição comentada e ilustrada de “Os Lusíadas” da editora Bela e o Monstro e do “Público” para as comemorações dos 500 anos de Luís Vaz de Camões. Inclui obras de 13 artistas visuais e 30 escritores, entrre os quais Francisco Vidal, Júlio Pomar, José de Guimarães, Nu Barreto ou Gabriela Carrascalão e seis Prémios Camões – Pepetela, Ana Paula Tavares, Hélia Correia, Germano Almeida, Paulina Chiziane e Silviano Santiago -, além de Lídia Jorge, Prémio Pessoa 2025. Até 30 de setembro.

O movimento da alma na “Paixão de Cristo”. O Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, apresenta uma nova exposição a partir do impressionante conjunto escultórico criado por Rafael Bordalo Pinheiro entre 1887 e 1899. Este é um projeto desenvolvido em parceria entre o Museu José Malha e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, propondo a revisitação do conjunto escultórico, numa proposta que cruza desenho, investigação, museologia e criação artística contemporânea, a partir de novos e atentos olhares. Até setembro.
amaDor. A Filarmónica das Chãs comemora 130 anos com um vasto programa de comemorações que incluem uma exposição que recorda diferentes momentos da história da banda, através de fotografias que retratam gerações de músicos e atividades ao longo do tempo. Em foco também estão as esculturas “A harpa”, de Alexandre Estrela, e “O toque de Orfeu”, de Abílio Febra. No Auditório da Filarmónica das Chãs, em Regueira de Pontes, Leiria, até dezembro.

Adriano de Sousa Lopes (1879-1944) – O pintor-poeta. A obra e o percurso criativo do artista natural de Leiria está em destaque na nova exposição do Museu de Leiria. O artista leiriense foi pintor, gravador, ilustrador e diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea e esteve como oficial-artista na frente de batalha com o exército português na I Guerra Mundial. Até 31 de dezembro. (Visitas suspensas na sequência dos efeitos da depressão Kristin)

Refúgio e Caminho. Em 1925, a irmã Lúcia anuncia que teve uma nova visão da Virgem Maria, em Pontevedra. Todos os acontecimentos posteriores estão relatados na nova exposição do Santuário de Fátima, que apresenta um conjunto de objetos inéditos da irmã Lúcia, nunca exibidos ao público, e também duas pinturas classificadas como Tesouro Nacional: “Ecce Homo”, do Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, e a “Última Ceia”, do Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora. Com entrada gratuita, no piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade, até 15 de outubro de 2027 (todos os dias, à exceção da tarde de 24 de dezembro e dos dias 25 de dezembro e 1 de janeiro).
Permanentes/Longa duração

Museu de Leiria. Instalado no antigo convento de Santo Agostinho, do século XV, o museu conta a história do território de Leiria, desde há milhões de anos até ao presente. Em destaque estão os achados da Guimarota, que ajudam a perceber com era a fauna e a flora desde tempos pré-históricos, a Criança do Lapedo e o Abrigo do Lagar Velho, que contribuem para a compreensão da evolução da humanidade, além da memória de Collipo e da presença dos romanos por cá, do Castelo de Leiria e da herança medieval e religiosa, do Pinhal de Leiria e do olhar sobre a produção contemporânea. Abre de segunda a domingo (9h30 – 17h30), com bilhetes a 2,10 euros (grátis para cidadãos residentes no concelho de Leiria, mediante apresentação de documento comprovativo).

m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento. “Vizinho” do Castelo de Leiria, o museu preserva e apresenta diversos documentos e tecnologia relacionados com a história técnica e artística do pré-cinema, da fotografia e do cinema. Desde 1996 que o m|i|mo se dedica à recolha, salvaguarda, conservação e inventariação de objetos e técnicas relacionados com as imagens em movimento. Abre de segunda a domingo (9h30 – 17h30), com bilhetes a 2,10 euros (grátis para cidadãos residentes no concelho de Leiria, mediante apresentação de documento comprovativo).

Museu da Comunidade Concelhia da Batalha. “A Pedra e a Batalha: da matéria à vida” percorre a geologia, a história, a arte e a economia do território, numa verdadeira viagem através da pedra calcária, particularmente a do Maciço Calcário Estremenho, que está presente em vários aspectos da nossa vida (até nas pastas de dentes). A pedra e a cantaria têm sido uma fonte importante de desenvolvimento para a comunidade da Batalha e uma presença no dia a dia, ajudando à construção da sua história, da sua cultura e da sua atividade. O museu abre de quarta a quinta, nos seguintes horários: inverno (1 de outubro a 31 de março), das 9 às 13 horas e das 14 às 17 horas; verão (1 de abril a 30 de setembro), das 10 às 13 horas e das 14 às 18 horas.

A Câmara das Maravilhas – O gabinete encantado de José Aurélio. No Armazém das Artes está em permanência – e com entrada livre – uma exposição que remete para os Gabinetes de Curiosidades ou Câmara das Maravilhas em voga nos séculos XVI e XVII. Ali se reuniam, numa vitrine, objetos raros, artefactos insólitos, relíquias naturais e invenções humanas. Com curadoria de Alberto Guerreiro, em Alcobaça revelam-se peças da coleção do escultor José Aurélio: são objetos naturais, artefactos artísticos e peças singulares, selecionados entre a experimentação criativa e o colecionismo pessoal. “Espécimes que revelavam um mundo ainda por compreender, numa dança entre superstição, ciência, religião e arte. Um expositor de luz sobre as trevas”, lê-se na nota de apresentação.

Fragmentos da Memória e do Tempo. O Espaço Arqueológico José Costa dos Santos, no Centro de Interpretação Turística de Pedrógão Grande, procura divulgar a história do território, valorizando o património arqueológico do concelho e homenageando o arqueólogo José Costa dos Santos. Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira (9h-13h e 14h-17h).

Museu do Vidro. No Palácio Stephens, na Marinha Grande, uma exposição dedicada às artes decorativas do vidro, bem como à tecnologia da produção de vidro utilitário, decorativo e científico, numa área expositiva que reflete a evolução da indústria vidreira em Portugal. De terça a domingo (10h13h e 14h-18h).

Núcleo de Arte Contemporânea do Museu do Vidro. No segundo piso do espaço cultural da Marinha Grande está patente um conjunto de obras que representam cerca de 25 anos de vidro de expressão plástica contemporânea realizado em Portugal, bem como uma seleção de obras em vidro de artistas internacionais que foram sendo adquiridas ou doadas para a coleção do museu. A visitar de quarta a sábado (10h-13h e 14h-16h), com entrada gratuita.

Orfeu. No Museu Joaquim Correia, na Marinha Grande, pelo rés-do-chão e pelo 1º piso do palácio e por
um pavilhão, descobre-se a estatuária de média e grande dimensão da autoria de Joaquim Correia. Aberto de quarta a sábado (10h-13h e 14h-17h).

Museu Marquês de Pombal. Instalado desde 2004 num edifício pombalino, a Cadeia Velha, na Praça Marquês de Pombal, o museu monográfico conta com um núcleo bibliográfico composto por livros da época, sendo o mais antigo de 1717. O espólio permite uma leitura da história nacional e local do século XVIII e da vida do Marquês de Pombal como figura central da vida política portuguesa dessa época. Funciona de terça-feira a domingo (10h-13h e 14h-18h).

Museu Abílio de Mattos e Silva. O museu de Óbidos reabriu ao público a coleção permanente, que revela as várias dimensões de Abílio de Mattos e Silva, da cenografia e figurinismo às artes gráficas. A reabertura marca um novo ciclo na valorização do património artístico e cultural, reforçando a ligação do museu à comunidade, às escolas e a todos os públicos, através de um Serviço Educativo criado para promover a descoberta, a aprendizagem e o diálogo com a obra de Abílio de Mattos e Silva. Visitável de terça a domingo (9h30-13h e 14h às 17h30).

Painel de azulejos de Bordalo Pinheiro revelado nas Caldas. O Painel de Azulejos de Santo António de Lisboa, da autoria do mestre Rafael Bordalo Pinheiro, está em exposição pela primeira vez no Atelier-Museu António Duarte, nas Caldas da Rainha. Encontrado desmantelado e em mau estado, o painel foi restaurado pelo Museu Nacional do Azulejo e integra agora a nova sala onde é apresentada parte da coleção de arte sacra do Atelier-Museu António Duarte, onde pode ser visto, no Centro de Artes das Caldas da Rainha. A entrada é livre.

Espaço Arqueológico José Costa Santos em Pedrógão Grande. No Centro de Interpretação Turística de Pedrógão Grande há um convite a viajar no tempo e descobrir a riqueza cultural da vila e do concelho do norte do distrito de Leiria. O espaço dá a conhecer vestígios dos povoados pré-históricos de Nossa Senhora dos Milagres e do Penedo do Granada, de um antigo forno romano de cozimento de cerâmica e desvendar mais sobre os vestígios da Estação Arqueológica do Calvário e da Devesa.