Novas e atividades
50 Anos, 50 Cenas. O Teatro Amador de Pombal celebra 50 anos com uma programação que inclui uma exposição no Teatro-Cine de Pombal, onde são apresentadas fotografias, cartazes, figurinos e adereços que testemunham a história do grupo. A inauguração é na sexta-feira, 3 de julho (21h30), com visita guiada por Joao Alegrete e Gustavo Medeiros e um momento musical de Sara Rolo.
Pela fresca sombra das árvores de Lisboa. Imagens dedicadas ao património arbóreo de Lisboa, de Luís Pavão, são apresentadas na galeria do Turismo das Caldas da Rainha, no âmbito do F/262 – Festival Internacional de Fotografia. É um convite à reflexão sobre memória, paisagem urbana e a importância das árvores na vida das cidades. Inaugura no sábado, 4 de julho (18h), e fica até 31 de julho.
Vestir a história. Alunos do 9º anos do Agrupamento de Escolas Conde de Ourém e o Museu Municipal e o Museu Nacional do Traje desenvolveram um projeto em que se explora o vestuário como documento social e intergeracional, cruzando património, criação artística e investigação pedagógica. O resultado é apresentado no Auditório Cultural dos Paços de Concelho de Ourém, com inauguração esta quinta-feira, 2 de julho (17h). Até 2 de agosto.
Juntar.te no Arrabal. A exposição “Memória do Sonho” que mostra peças do espólio de arte contemporânea do município de Leiria, através do projeto Juntar.te, chega ao Centro de Artes do Arrabal, em Leiria. A inauguração é no domingo, 5 de julho (15h30), e fica patente até 4 de outubro.
O tempo – Ciclos de silêncio. Pintura de Rosa Maria no Pavilhão da Casa da Barbacam, em Óbidos, no âmbito da Semana Internacional do Piano de Óbidos. Inaugura no sábado, dia 4 (17h), e fica
Corpo Fantasma. Sexta-feira, dia 3 (17h), há visita guiada à exposição patente no Centro de Artes da Villa Portela, pela curadora Marta Espiridião. A exposição propõe uma reflexão sobre a “espectralidade” e o que permanece entre o passado e o futuro, através das obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado. A entrada é livre.
O som na imagem em movimento. A reserva visitável do m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento, em Leiria, coloca à disposição dos visitantes uma nova vitrine para descobrir o som na imagem em movimento. São objetos distintos, que atravessam o séc XX, e que simbolizam como o som transformou o ato de ver um filme numa experiência sensorial completa e imersiva.
Expo 40 + 1: Teatro na Lavandaria. O Teatro da Rainha convida-o a estar presente na abertura ao público, no próximo dia 4 de Julho, às 17h30, do oitavo módulo de um conjunto de exposições com que vimos assinalando, desde Março de 2025, 40 anos de actividade. Agora 41. Neste módulo, poderão ser vistos ou revistos telões e materiais cénicos, adereços e fotografias, de espectáculos realizados pelo Teatro da Rainha no Sótão da Lavandaria do Hospital Termal das Caldas da Rainha.
Experimentalismos. Armando Macatrão apresenta na Casa Amarela da Maceira uma exposição que cruza diferentes formas de expressão, onde a criatividade, a experimentação e a poesia visual se cruzam, proporcionando uma experiência artística diferente. Inaugura no domingo, dia 5 de julho (16h).
Retratos. Julia Vidile apresenta cerca de 30 gravuras realizadas com técnicas como xilogravura (gravura em madeira), linogravura (gravura em linóleo) e gravura em metal. A partir de 3 de julho no Museu de Arte Popular Portuguesa, em Pombal, até 30 de setembro.
Prosseguem

Raízes de mulher: sementes de futuro. O Agromuseu D. Julinha, na Ortigosa, reabre portas após o mau tempo com uma exposição da iniciativa Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que valoriza o contributo feminino para a agricultura e para a sustentabilidade dos territórios, reunindo fotografia histórica, documentos de arquivo e testemunhos atuais de produtoras, investigadoras e empreendedoras.

Estúdio Fabião – Uma memória coletiva + Forbidden Room/O quarto proibido. Dois novos núcleos são apresentados no m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento, em Leiria: “Estúdio Fabião – Uma memória coletiva” é uma viagem visual e afetiva através de várias décadas de prática fotográfica desenvolvida pela família Fabião, (José, Paulo e Francisco) cujo estúdio se tornou um espaço central na vida social e cultural da cidade; “Forbidden room/O quarto proibido” parte do filme de animação realizado em 2013 pelos leirienses Emanuel Nevado e Ricardo Almeida para mostrar os adereços e cenários utilizados, dando a conhecer a técnica stop motion. Também é possível ver no m|i|mo o filme, uma história de terror de uma mulher que casa com o famoso Barba Azul e que é tentada a entrar no único quarto onde não pode entrar. O fruto proibido é o mais apetecido…
Datas vividas. Fotografias de efemérides que marcaram o Mosteiro da Batalha ao longo dos tempos, registadas por José Luís Jorge. Em espaços anexos ao Claustro D. Afonso V do Mosteiro, apresentam-se imagens relativas à Escola de Canteiros, que funcionou no monumento. O projeto desenvolve-se em regime de rotatividade, prevendo, ao longo dos próximos meses, mostrar várias atividades relevantes ocorridas no Mosteiro da Batalha.

A Raposa e as Esferas. Novo mergulho no universo criativo do escultor José Aurélio, numa exposição no Armazém das Artes, em Alcobaça, que explora os significados por trás das obras e revela como o desenho, a escultura e a imaginação se cruzam no percurso do artista.
Recordações da Batalha. O espaço da antiga cozinha conventual do Mosteiro da Batalha exibe objetos de uma coleção privada: da cerâmica à fotografia, passando pelas recordações de cantaria ou objetos utilitários, todos refletem a repercussão do Mosteiro da Batalha. A exposição pretende estabelecer um diálogo, não somente com o design dos objetos em si, mas também com a forma como o Mosteiro da Batalha tem um impacto que vai para além da arte do seu tempo e se cruza com o próprio quotidiano.

A diáspora transatlântica da Região de Leiria. A Rede de Arquivos da Região de Leiria lança no Teatro-Cine de Pombal uma exposição documental que ajuda a perceber os fluxos migratórios dos dez concelhos da Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria para as Américas, durante as décadas de 40 e 70 do século XX. Até março de 2027, a exposição vai passar por vários concelhos da CIM, chegando também ao Politécnico de Leiria.
Saudade. Trabalhos realizados por estudantes do 9º ano da Escola EB 2,3 de Marrazes, patentes no Museu Escolar dos Marrazes.
Tu foste com os pássaros. Fotografia de Patrícia Silva no Atelier Obscura, em Leiria. Um gesto de procura, uma forma de alcançar o que já não está, numa “obsessão silenciosa que transforma o álbum em gaiola, a memória em voo contido”. Até 3 de julho.
Aguarelas de Artur Franco. O pintor de Leiria expõe na Galeria Mouzinho de Albuquerque, na Batalha, até 12 de julho. Segundo o município, “através de um olhar atento e sensível, o artista retrata cenários, costumes e elementos da memória coletiva, revelando a beleza singular do património natural e humano que caracteriza o território”. Inspiradas pela observação da natureza e pelo apreço pelas tradições, as obras de Artur Franco convidam a contemplar “um conjunto de trabalhos onde a cor, a luz e a delicadeza da aguarela se unem numa celebração da beleza e da autenticidade”.
Terra: elemento de presença. No Museu do Vinho de Alcobaça, uma coletiva de arte contemporânea com obras de José Aurélio, Gabriel e Gilberto Colaço, Luís Plácido Costa, João Daniel, Thierry Ferreira, Irina Gabiani, Maria Korporal, Patrícia de Ferreira Malhão, Jorge Prata e Eija Tomiserva. Os artistas foram convidados a apresentar obras que se relacionem com Terra, “enquanto lugar de presença na relação consciente, subconsciente ou mesmo omnisciente do espaço/lugar de cada um”. Patente até 12 de julho.
Clube de tradições Nazaré. No átrio da Biblioteca Municipal José Soares, na Nazaré, está patente até 12 de julho uma coletiva que celebra a identidade cultural, as memórias e os costumes da Nazaré uma terra única.
Liberdade Escrita: 50 anos da Constituição Portuguesa. A associação Biblioteca da Nazaré e o Centro Cultural da Nazaré revisitam o processo histórico que conduziu à aprovação da Constituição de 1976, destacando o seu papel estruturante na consolidação da democracia em Portugal. Mais do que um documento jurídico, a Constituição é aqui apresentada como expressão viva de um tempo de transformação política, social e cultural, bem como um referencial de cidadania e liberdade. E que é fundamental conhecer melhor, também no Centro Cultural da Nazaré, até 5 de julho.
Pietà. O grito da natureza. DDACO expõe no Museu e Centro de Artes de Figueiró dos Vinhos. Um convite a refletir sobre a relação entre o ser humano, a natureza e a expressão artística contemporânea. A visitar até 5 de julho.
Um Sermão de Santo António aos Peixes: em aguarela. O Castelo de Porto de Mós recebe a exposição “Um Sermão de Santo António aos Peixes: em Aguarela”, a partir de trabalhos das alunas do 11º D do Curso de Artes Visuais do Agrupamento de Escolas de Porto de Mós. A exposição resulta de um projeto interdisciplinar desenvolvido no âmbito de um Domínio de Autonomia Curricular (DAC), através da articulação entre as disciplinas de Português e Desenho A. Até 9 de julho.
Às voltas, às voltas, às voltas. Exposição de Joana Ramalho na galeria da livraria Arquivo, em Leiria. Patente até 10 de julho.

Terra: elemento de presença. No Museu do Vinho de Alcobaça, uma coletiva de arte contemporânea com obras de José Aurélio, Gabriel e Gilberto Colaço, Luís Plácido Costa, João Daniel, Thierry Ferreira, Irina Gabiani, Maria Korporal, Patrícia de Ferreira Malhão, Jorge Prata e Eija Tomiserva. Os artistas foram convidados a apresentar obras que se relacionem com Terra, “enquanto lugar de presença na relação consciente, subconsciente ou mesmo omnisciente do espaço/lugar de cada um”. Patente até 12 de julho.

Coletiva de finalistas de Artes Plásticas da ESAD.CR. A galeria NovaOgiva, em Óbidos, mostra trabalhos dos finalistas da licenciatura em Artes Plásticas da Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha. A curadoria é de Catarina C. Pereira. Até 19 de julho.

Não nos tapem o sol. Osias André expõe na galeria Quattro, em Leiria, com curadoria de Lourdes Féria. Até 27 de julho.
Aprender dentro da nossa vila: Um encontro com Abílio. Trabalhos dos alunos do 2º Ciclo do Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos no Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, até ao final do mês de julho.
Florais e Fragmentos. Fotografias de Filipe Duarte Santos, dedicadas à observação da paisagem, da flora e dos detalhes do mundo natural. No Atelier-Museu António Duarte, nas Caldas da Rainha, revela-se um olhar atento sobre pequenas formas, texturas e equilíbrios da natureza. Com curadoria de João Carlos, Florais e Fragmentos está integrada no âmbito do F/262 – Festival Internacional de Fotografia e fica patente até 2 de agosto.

Dançar na lama. O ceramista Vítor Reis apresenta no Espaço da Concas, no Centro de Artes das Caldas da Rainha, um conjunto significativo de obras produzidas nos últimos dez anos, revelando a maturidade de uma linguagem singular, onde o barro se transforma em matéria crítica, por vezes poética, frequentemente habitada por figuras ambíguas ou contraditórias, colocadas sob a luz do inesperado ou do ridículo. As peças de Vítor Reis revelam um olhar simultaneamente atento e irónico sobre o mundo contemporâneo. Até 16 de agosto.
Batalha Real. A reinterpretação visual da Batalha de Aljubarrota, numa obra de António Cassiano Santos de grandes dimensões, parte dos mitos e das lendas, para atravessar o passado e o presente, num novo campo de batalha, colorido e contraditório. A descobrir no Armazém das Artes, em Alcobaça, até 16 de agosto (entrada: 3 euros).

Retalhos. Cristina Maria transforma fragmentos de destruição em arte, recorrendo à escultura, memória e emoção. Um trabalho inspirado na tempestade Kristin e impacto na região, patente no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, até 21 de agosto.

Corpo-Fantasma. Ana Mendieta, Adriana Proganó, Bruno Zhu, Cindy Sherman, João Gabriel, Lourdes Castro, Maria José Palla ou Mariko Mori são alguns dos artistas representados na nova exposição do Centro de Artes Villa Portela, que se desenvolve em torno da espectralidade, com 36 obras de 28 artistas. Trata-se de uma exposição que nasce da Coleção de Arte Contemporânea do Estado, com curadoria de Marta Espiridião. Até 30 de agosto.

A fala do tronco. A fotógrafa experimental Sofia Silva apresenta uma exposição nos Laboratórios Criativos do Centro de Artes Villa Portela, em Leiria. Com participação de Alexandre de Magalhães e co-curadoria de Ana David Mendes, a partir dos vestígios deixados pela tempestade Kristin, a artista recorreu a processos da fotografia experimental, biomateriais e processos sustentáveis para refletir sobre memória, natureza e regeneração. Até 30 de agosto.
Em trânsito. O Armazém das Artes recebe em Alcobaça uma coletiva que reúne o trabalho de dez artistas e investigadores do curso de Doutoramento em Belas-Artes da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Catarina Lira Pereira, Cygny Astra Malvar, Gabriel Colaço, Gilberto Colaço, Isabelle Faria, Joana Paraíso, Joana Simão (Joana Mosi), Lúcia Antunes, Nádia Joaquim e Yun Zhang são os artistas que expõem em Alcobaça, num projeto cocoordenado por António Trindade. “’Em trânsito’, agora chegada ao Armazém das Artes, engloba dez percursos artísticos diversificados, onde os mundos analógicos e digitais se cruzam em visões multifacetadas”, explica. Até 30 de agosto, estão em destaque abordagens que atravessam linguagens analógicas e digitais, novas tecnologias e práticas contemporâneas de criação artística, através de desenho, pintura, tecnologia e inteligência artificial.

A poética dos materiais. O escultor Abílio Febra mostra um conjunto de obras escultóricas que refletem um percurso artístico marcado por uma abordagem expressionista, onde a matéria, o gesto e a expressão se sobrepõem à técnica. A exposição é apresentada nas Cisternas do Castelo de Leiria. Até 31 de agosto.

Poem’Arte. Pintura de Olinda Mota e poesia de Virgílio Mota juntas em diálogo entre a palavra e a imagem no Moinho do Papel, em Leiria. A visitar até ao final do mês de agosto.

Sobre o silêncio. Autor e dinamizador do blogue Fascínio da Fotografia, António Bracons leva ao m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento um trabalho que explora a ideia de silêncio: fazer silêncio, estar em silêncio, sentir-se em silêncio. “O fotógrafo é uma pessoa de silêncio. O próprio ato de fotografar, em si, é, tantas vezes, um ato de silêncio. Silêncio pessoal e interior, ainda que por breves instantes, como não havendo nada mais em redor, nada perturbando ou interferindo”, escreve o fotógrafo, natural de Leiria e residente em Coimbra, no texto de divulgação da exposição. “E tantas vezes, o silêncio fica depois de ver uma imagem”, acrescenta. Até 30 de agosto.

O quê?! O Banco das Artes Galeria, em Leiria acolhe a exposição do artista Jeff van Weereld. Trata-se de uma reflexão crítica sobre o mundo contemporâneo através de um conjunto de obras que cruzam escultura, experimentação material e comentário social. Até 13 de setembro.

Álbum de Desenho de José Malhoa, nosso Tesouro Nacional. O Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, assinala 92 anos de atividade revelando um conjunto de desenhos realizados nos finais do século XIX e classificados como Bem de Interesse Nacional em 2006. Restaurados recentemente, estes documentos são considerados fundamentais para a compreensão dos processos criativos do pintor. Até setembro.
A pedalar pela fronteira… em aguarelas. Na Galeria da Vila Medieval de Ourém, Pedro Gil mostra Portugal de outra maneira, depois de viagens de bicicleta entre Moledo do Minho e Vila Real de Santo António e pelas nove ilhas do arquipélago dos Açores. Até 13 de setembro.
Biodiversidade do Médio Tejo. Imagens da fauna e da flora local procuram sensibilizar o público para a importância da conservação do património natural da região. A iniciativa é da associação 30por1linha, no Parque Natural do Agroal, em Ourém. Até 15 de setembro.
Tradição nas mãos, arte no coração. O Posto de Turismo de Porto de Mós recebe trabalhos da artesã Belita, numa mostra que celebra o artesanato, a criatividade e as tradições locais através de peças únicas e cheias de identidade. Até 20 de setembro.
Obra Gráfica – Gravura e Serigrafia 2026. Alunos finalistas de Artes Plásticas da ESAD.CR mostram os projetos individuais de obra gráfica no Museu Barata Feyo, nas Caldas da Rainha. Até 27 de setembro.

Dez cantos abertos. A Central das Artes de Porto de Mós recebe a exposição criada no âmbito da edição comentada e ilustrada de “Os Lusíadas” da editora Bela e o Monstro e do “Público” para as comemorações dos 500 anos de Luís Vaz de Camões. Inclui obras de 13 artistas visuais e 30 escritores, entrre os quais Francisco Vidal, Júlio Pomar, José de Guimarães, Nu Barreto ou Gabriela Carrascalão e seis Prémios Camões – Pepetela, Ana Paula Tavares, Hélia Correia, Germano Almeida, Paulina Chiziane e Silviano Santiago -, além de Lídia Jorge, Prémio Pessoa 2025. Até 30 de setembro.
K. Mostra coletiva com trabalhos desenvolvidos por alunos do ensino secundário de Leiria, inspirados na passagem da tempestade Kristin na região. Mais do que um registo de memória de um fenómeno extremo, a mostra, que resulta da parceria entre o município de Leiria e o Plano Nacional das Artes, assume-se como um testemunho da capacidade de transformar a adversidade em conhecimento, criatividade e esperança. Se a tempestade derrubou árvores e abalou certezas, também abriu caminho a novas perspetivas sobre o território, a comunidade e o futuro. No Stay Lab, no Mercado de Santana, em Leiria, até 30 de setembro.

O movimento da alma na “Paixão de Cristo”. O Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, apresenta uma nova exposição a partir do impressionante conjunto escultórico criado por Rafael Bordalo Pinheiro entre 1887 e 1899. Este é um projeto desenvolvido em parceria entre o Museu José Malha e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, propondo a revisitação do conjunto escultórico, numa proposta que cruza desenho, investigação, museologia e criação artística contemporânea, a partir de novos e atentos olhares. Até setembro.
Lagoa Subaquática – Um casulo de biodiversidade. A fotógrafa e videógrafa de natureza Sylvie Dias mostra duas dezenas de fotografias captadas na Lagoa de Óbidos, na sua maioria nas pradarias de ervas marinhas aí existentes, na Avenida do Mar, na Foz do Arelho, junto ao Centro de Interpretação para a Lagoa de Óbidos. Até ao final de setembro.
Mudam-se os tempos, mudam-se as modas: do 4º Conde de Ourém a Luís Vaz de Camões. Uma viagem visual aos séculos XV e XVI, ao estilo e à elegância da época de D. Afonso 4º Conde de Ourém e de Camões, através de trajes e acessórios de época. Inspirada no famoso soneto “Mudam-se os tempos”, a exposição no Castelo e Paço dos Condes de Ourém explora a relação entre o poeta Luís Vaz de Camões e a moda do seu tempo, associando mudanças e novidades no contexto dos Descobrimentos Portugueses. São exibidas 12 réplicas de trajes e acessórios de estilo Renascentista, provenientes da coleção didática do Museu Nacional do Traje. Até 18 de outubro.
Monumento Natural das Pegadas dos Dinossáurios. Dar a conhecer os gigantes que habitaram a nossa região é o objetivo da exposição patente no Centro Interpretativo de Atividades de Natureza (CIAN), em Alvados, Porto de Mós. Ali, a partir dos vestígios do Bairro, em Fátima, Ourém, onde está um dos trilhos de dinossauros mais longo do mundo encontrado até hoje, conta-se a história com milhões de anos que marcou a paisagem do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros. Até 31 de outubro.
amaDor. A Filarmónica das Chãs comemora 130 anos com um vasto programa de comemorações que incluem uma exposição que recorda diferentes momentos da história da banda, através de fotografias que retratam gerações de músicos e atividades ao longo do tempo. Em foco também estão as esculturas “A harpa”, de Alexandre Estrela, e “O toque de Orfeu”, de Abílio Febra. No Auditório da Filarmónica das Chãs, em Regueira de Pontes, Leiria, até dezembro.

Adriano de Sousa Lopes (1879-1944) – O pintor-poeta. A obra e o percurso criativo do artista natural de Leiria está em destaque na nova exposição do Museu de Leiria. O artista leiriense foi pintor, gravador, ilustrador e diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea e esteve como oficial-artista na frente de batalha com o exército português na I Guerra Mundial. Até 31 de dezembro.

Refúgio e Caminho. Em 1925, a irmã Lúcia anuncia que teve uma nova visão da Virgem Maria, em Pontevedra. Todos os acontecimentos posteriores estão relatados na nova exposição do Santuário de Fátima, que apresenta um conjunto de objetos inéditos da irmã Lúcia, nunca exibidos ao público, e também duas pinturas classificadas como Tesouro Nacional: “Ecce Homo”, do Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, e a “Última Ceia”, do Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora. Com entrada gratuita, no piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade, até 15 de outubro de 2027 (todos os dias, à exceção da tarde de 24 de dezembro e dos dias 25 de dezembro e 1 de janeiro).
Permanentes/Longa duração

Museu de Leiria. Instalado no antigo convento de Santo Agostinho, do século XV, o museu conta a história do território de Leiria, desde há milhões de anos até ao presente. Em destaque estão os achados da Guimarota, que ajudam a perceber com era a fauna e a flora desde tempos pré-históricos, a Criança do Lapedo e o Abrigo do Lagar Velho, que contribuem para a compreensão da evolução da humanidade, além da memória de Collipo e da presença dos romanos por cá, do Castelo de Leiria e da herança medieval e religiosa, do Pinhal de Leiria e do olhar sobre a produção contemporânea. Abre de segunda a domingo (9h30 – 17h30), com bilhetes a 2,10 euros (grátis para cidadãos residentes no concelho de Leiria, mediante apresentação de documento comprovativo).

m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento. “Vizinho” do Castelo de Leiria, o museu preserva e apresenta diversos documentos e tecnologia relacionados com a história técnica e artística do pré-cinema, da fotografia e do cinema. Desde 1996 que o m|i|mo se dedica à recolha, salvaguarda, conservação e inventariação de objetos e técnicas relacionados com as imagens em movimento. Recentemente passou a apresentar ao público dois novos núcleos, dedicados à fotografia da família Fabião e ao filme de animação, feito com recurso à técnica stop motion, “Forbidden Room/O quarto proibido”. Abre de segunda a domingo (9h30 – 17h30), com bilhetes a 2,10 euros (grátis para cidadãos residentes no concelho de Leiria, mediante apresentação de documento comprovativo).

Museu da Comunidade Concelhia da Batalha. “A Pedra e a Batalha: da matéria à vida” percorre a geologia, a história, a arte e a economia do território, numa verdadeira viagem através da pedra calcária, particularmente a do Maciço Calcário Estremenho, que está presente em vários aspectos da nossa vida (até nas pastas de dentes). A pedra e a cantaria têm sido uma fonte importante de desenvolvimento para a comunidade da Batalha e uma presença no dia a dia, ajudando à construção da sua história, da sua cultura e da sua atividade. O museu abre de quarta a quinta, nos seguintes horários: inverno (1 de outubro a 31 de março), das 9 às 13 horas e das 14 às 17 horas; verão (1 de abril a 30 de setembro), das 10 às 13 horas e das 14 às 18 horas.

A Câmara das Maravilhas – O gabinete encantado de José Aurélio. No Armazém das Artes está em permanência – e com entrada livre – uma exposição que remete para os Gabinetes de Curiosidades ou Câmara das Maravilhas em voga nos séculos XVI e XVII. Ali se reuniam, numa vitrine, objetos raros, artefactos insólitos, relíquias naturais e invenções humanas. Com curadoria de Alberto Guerreiro, em Alcobaça revelam-se peças da coleção do escultor José Aurélio: são objetos naturais, artefactos artísticos e peças singulares, selecionados entre a experimentação criativa e o colecionismo pessoal. “Espécimes que revelavam um mundo ainda por compreender, numa dança entre superstição, ciência, religião e arte. Um expositor de luz sobre as trevas”, lê-se na nota de apresentação.

Fragmentos da Memória e do Tempo. O Espaço Arqueológico José Costa dos Santos, no Centro de Interpretação Turística de Pedrógão Grande, procura divulgar a história do território, valorizando o património arqueológico do concelho e homenageando o arqueólogo José Costa dos Santos. Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira (9h-13h e 14h-17h).

Museu do Vidro. No Palácio Stephens, na Marinha Grande, uma exposição dedicada às artes decorativas do vidro, bem como à tecnologia da produção de vidro utilitário, decorativo e científico, numa área expositiva que reflete a evolução da indústria vidreira em Portugal. De terça a domingo (10h13h e 14h-18h). (O Museu do Vidro encontra-se atualmente encerrado devido aos danos provocados pela tempestade Kristin)

Núcleo de Arte Contemporânea do Museu do Vidro. No segundo piso do espaço cultural da Marinha Grande está patente um conjunto de obras que representam cerca de 25 anos de vidro de expressão plástica contemporânea realizado em Portugal, bem como uma seleção de obras em vidro de artistas internacionais que foram sendo adquiridas ou doadas para a coleção do museu. A visitar de quarta a sábado (10h-13h e 14h-16h), com entrada gratuita. (O Núcleo de Arte Contemporânea do Museu do Vidro encontra-se atualmente encerrado devido aos danos provocados pela tempestade Kristin)

Orfeu. No Museu Joaquim Correia, na Marinha Grande, pelo rés-do-chão e pelo 1º piso do palácio e por(O Museu Joaquim Correia encontra-se atualmente encerrado devido aos danos provocados pela tempestade Kristin)
um pavilhão, descobre-se a estatuária de média e grande dimensão da autoria de Joaquim Correia. Aberto de quarta a sábado (10h-13h e 14h-17h).

Museu Marquês de Pombal. Instalado desde 2004 num edifício pombalino, a Cadeia Velha, na Praça Marquês de Pombal, o museu monográfico conta com um núcleo bibliográfico composto por livros da época, sendo o mais antigo de 1717. O espólio permite uma leitura da história nacional e local do século XVIII e da vida do Marquês de Pombal como figura central da vida política portuguesa dessa época. Funciona de terça-feira a domingo (10h-13h e 14h-18h).

Museu Abílio de Mattos e Silva. O museu de Óbidos reabriu ao público a coleção permanente, que revela as várias dimensões de Abílio de Mattos e Silva, da cenografia e figurinismo às artes gráficas. A reabertura marca um novo ciclo na valorização do património artístico e cultural, reforçando a ligação do museu à comunidade, às escolas e a todos os públicos, através de um Serviço Educativo criado para promover a descoberta, a aprendizagem e o diálogo com a obra de Abílio de Mattos e Silva. Visitável de terça a domingo (9h30-13h e 14h-17h30).

Painel de azulejos de Bordalo Pinheiro revelado nas Caldas. O Painel de Azulejos de Santo António de Lisboa, da autoria do mestre Rafael Bordalo Pinheiro, está em exposição pela primeira vez no Atelier-Museu António Duarte, nas Caldas da Rainha. Encontrado desmantelado e em mau estado, o painel foi restaurado pelo Museu Nacional do Azulejo e integra agora a nova sala onde é apresentada parte da coleção de arte sacra do Atelier-Museu António Duarte, onde pode ser visto, no Centro de Artes das Caldas da Rainha. A entrada é livre.

Espaço Arqueológico José Costa Santos em Pedrógão Grande. No Centro de Interpretação Turística de Pedrógão Grande há um convite a viajar no tempo e descobrir a riqueza cultural da vila e do concelho do norte do distrito de Leiria. O espaço dá a conhecer vestígios dos povoados pré-históricos de Nossa Senhora dos Milagres e do Penedo do Granada, de um antigo forno romano de cozimento de cerâmica e desvendar mais sobre os vestígios da Estação Arqueológica do Calvário e da Devesa.

Museu do Vinho de Alcobaça. Nos finais do século XIX, surgiu em Alcobaça a Adega do Olival Fechado, por iniciativa do vitivinicultor José Eduardo Raposo de Magalhães. Na década de 40 do século XX, o complexo foi adquirido pela Junta Nacional do Vinho que, a partir da década de 60, para lá encaminhou coleções de grande valor histórico e patrimonial, no que viria a resultar, segundo o município de Alcobaça, o maior e mais completo Museu do do Vinho Nacional. São mais de dez mil peças móveis, desde o século XVII ao início do século XXI, relacionadas com a enologia, etnologia, tecnologia tradicional, arqueologia industrial, artes gráficas, plásticas e decorativas. Os espaços visitáveis compreendem a Adega dos Balseiros, Adega dos Depósitos, Adega dos Tonéis, Taberna, Armazém Novo, Armazém Novo e Destilaria e Jardim do Baco. O Museu do Vinho abre de terça a domingo, incluindo feriados, com visitas às 10, 11, 12, 14, 15, 16 e 17 horas. É possível marcar visitas guiadas para grupos organizados, pelos contactos 968 497 832 ou email museus@cm-alcobaca.pt. A entrada custa 4 euros (10 e 12 euros com provas incluídas). Entrada gratuita para menores de 12 anos.

Museu da Cerâmica de Alcobaça – Coleção Maria do Céu e Luís Pereira de Sampaio. No número 42 da rua Frei Fortunato mora uma coleção de 2.300 peças, legada ao município de Alcobaça por Jorge Pereira de Sampaio. É um património que retrata a evolução da cerâmica alcobacense desde 1875 até à atualidade, mas onde também se inclui duas esculturas atribuídas aos monges barristas do Mosteiro de Alcobaça (séc. XVII) e formas de doces conventuais do século XVIII. Visitável entre terça-feira e domingo (9h30-12h30 e 14h-18h), com entrada livre.