Procurar
Assinar

Subscreva!

Newsletters RL

Saber mais

Marinha Grande e Porto de Mós repudiam vandalismo e falta de civismo

Autarquias da região denunciam atos que prejudicam a comunidade.

Pinturas em património municipal são alguns dos exemplos de vandalismo agora denunciado Foto: CMMG

Pichagens, equipamentos partidos ou lixo deixado na via pública. Estes são dois casos registados nos últimos dias que levaram as câmaras municipais da Marinha Grande e de Porto de Mós a tomar uma posição de repúdio por estas práticas.

Na cidade vidreira, a destruição de infraestruturas de iluminação pública e a realização de grafítis em edifícios municipais, nomeadamente na zona envolvente do Museu do Vidro, suscitaram uma denúncia pública.

O Município da Marinha Grande “condena veementemente os atos de vandalismo recentemente praticados no centro da cidade, que causaram danos em equipamentos e espaços públicos de utilização coletiva”, refere a autarquia num comunicado divulgado esta sexta-feira.

Em Porto de Mós, não foi o vandalismo, mas antes a falta de civismo, a motivar uma tomada de posição. Numa nota pública divulgada na última quarta-feira, a autarquia manifestou “preocupação” com o “aumento de situações de abandono indevido de resíduos volumosos, vulgarmente designados por monos e monstros, em diversos locais do concelho”.

Esta semana, Jorge Vala, presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós, denunciou nas redes sociais a deposição de uma grande quantidade de lixo, em Alvados, fora dos ecopontos. A GNR foi alertada, acrescentou. “Resta-nos lamentar esta absurda falta de civismo, que vem sempre acompanhada de ignorância e desrespeito pela comunidade”, concluiu.


Deixar um comentário