Há 179 dias, houve um momento em que João Faustino pensou desistir, ao fim de quatro décadas de trabalho. O grupo TJ Moldes, que erguera na Marinha Grande, foi destruído pelos ventos ciclónicos da tempestade Kristin. A desolação era total e, hoje, as feridas ainda estão longe de sarar, mas o verbo já é outro.
TJ Moldes recupera da “bomba”mas ainda há muito para fazer
O grupo foi um dos mais atingidos pela tempestade de janeiro. Ficou sem duas fábricas, mas nenhum dos trabalhadores foi dispensado. Até ao fim do ano chegará a “velocidade cruzeiro”.