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João Almeida é o novo campeão nacional de contrarrelógio

Prova decorreu esta manhã em Mogadouro, distrito de Bragança.

Um ciclista da equipa UAE Team Emirates disputa uma prova de contrarrelógio numa estrada rural. Usa um capacete aerodinâmico e uma bicicleta de competição.
FOTO: Foto de Arquivo: FPC

O caldense João Almeida continua a triunfar. Depois de alguns dias de paragem, após a Volta a Itália, o ciclista venceu, esta sexta-feira, o campeonato nacional de contrarrelógio, na categoria de elite, em Mogadouro.

O chefe-de-fila da UAE Team Emirates confirmou o favoritismo, depois do 1.º lugar em 2021 e da 3.ª posição no ano passado, e foi o mais forte nos 33,6 km da prova masculina, cortando a meta com 38m51s.

Ivo Oliveira, campeão nacional em 2020, repetiu a segunda posição de 2022, gastando mais 34s74cs do que o companheiro de equipa. O terceiro classificado foi Joaquim Silva (Efapel Cycling), a 2m23s04cs.

Na elite feminina, Ana Caramelo não deu qualquer hipótese à concorrência, sendo a mais forte tanto no ponto intermédio como na chegada, após 21,6 km, em 30m53s. Deixou a segunda classificada, Vera Vilaça (Massi-Tactic), a 51s65cs. A terceira classificada, a 1m45s09cs da vencedora, foi Alessia Teixeira (Academia Efapel de Ciclismo).

O pódio de sub23 masculinos foi totalmente formado por corredores que estão no primeiro ano nesta categoria, com António Morgado (Hagens Berman Axeon), a vencer, com 26m49s21cs. O caldense passou a metade do percurso em igualdade de tempo com o colega de equipa Gonçalo Tavares, fazendo a diferença na segunda metade, deixando Tavares a 27s27cs. O terceiro, a 33s73cs, foi Daniel Lima (Israel Cycling Academy).

As provas de fundo estão guardadas para sábado e domingo, com a elite masculina a sair para a estrada no último dia, às 11h30, para uma etapa de 169,6 quilómetros. Os primeiros 56,4 quilómetros serão feitos fora do circuito que depois será cumprido cinco vezes, terminando a prova à sexta passagem pela meta.

O circuito principal das provas de fundo é o mesmo de 2022, embora feito em sentido inverso. Esta situação altera a zona de chegada e, eventualmente, o momento das decisões, porque dentro do quilómetro final passa a existir uma subida em empedrado que poderá dar azo a um último ataque que defina a corrida antes da última viragem para a meta. São esperados cerca de 300 corredores em Mogadouro para o conjunto das várias categorias em competição, informa a Federação Portuguesa de Ciclismo.