A 14.ª Semana de Moldes – além de outros aspetos de mercado e de tecnologia – decorre este ano sob o signo da “importância da articulação e da concertação entre empresas e associações”, bem como outros parceiros, com o objetivo de ultrapassar os desafios inéditos que o sector atravessa.
Este é, aliás, um dos temas da “Conferência Moldes de Portugal 2025”, que encerra a semana, na sexta-feira, dia 28, na Marinha Grande, “num contexto de profundas transformações socioeconómicas — marcado por desafios geopolíticos, uma retoma económica ainda incerta e uma rápida evolução tecnológica — em que as empresas enfrentam uma dupla exigência: serem competitivas e sustentáveis”.
Segundo os organizadores da Semana de Moldes, o Centimfe, a Cefamol e a Pool-Net, “responder àquele desafio implica desenvolver novas competências, adotar modelos organizacionais inovadores e, sobretudo, reconhecer a importância da inovação e do reconhecimento global do sector”.
Neste contexto, “altamente exigente”, quando “se assinala a utilidade de uma abordagem estratégica, assente numa visão de futuro e na construção de uma imagem coletiva, assume particular importância a articulação e a concertação entre empresas, associações, centros tecnológicos, centros de investigação, instituições de ensino, entidades públicas e privadas, entre outros parceiros”, adianta a organização.
Para a presidente do Centimfe, Cláudia Novo, a Semana de Moldes, que começa na segunda-feira, dia 24, em simultâneo na Marinha Grande e Oliveira de Azeméis, é um momento de “partilha, inspiração e futuro para quem desenvolveu a excelência da indústria de moldes e plásticos.” Uma ideia partilhada pelo diretor-geral da Pool-Net e da Plataforma Europeia de Ferramentas, Rui Tocha: “É um encontro que promove inovação, cooperação e afirma Portugal como referência mundial em moldes e plásticos”.
Para o presidente da Cefamol, João Faustino, trata-se de “uma oportunidade única para explorar estratégias, inovações e conhecimentos que reforçam o posicionamento da nossa indústria como referência internacional”. O secretário-geral da associação, Manuel Oliveira, reforça que é “um espaço para análise, reflexão e debate sobre tendências tecnológicas e desafios de mercado que a indústria não pode perder”.