Duas licenciaturas, em Saúde Digital e em Ciências Biomédicas Laboratoriais, dois mestrados, em Enfermagem Médico-cirúrgica na área de Cuidados Paliativos e em Terapia Ocupacional, e dois doutoramentos, em Reabilitação e Envelhecimento e em Fisioterapia, vão ser propostos pela Escola Superior de Saúde de Leiria (ESSLei) à Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES).
O anúncio foi feito durante a cerimónia comemorativa do 52º aniversário da ESSLei, no passado dia 17 de dezembro.
Segundo referiu o diretor da escola, Rui Fonseca-Pinto, as duas licenciaturas serão ministradas no núcleo de formação de Torres Vedras do Politécnico de Leiria, enquanto os mestrados e os doutoramentos decorrerão na ESSLei.
Em número de estudantes, esta é a terceira maior escola do Politécnico de Leiria (IPLeiria). Os mais de 1.850 estudantes dividem-se em cinco licenciaturas, 12 mestrados, oito cursos técnicos superiores profissionais (CTeSP) e várias pós-graduações.
“A ESSLei afirma-se como uma escola de referência nacional e internacional na área da saúde, distinguindo-se pelo contributo à comunidade e pela promoção de competências ao longo da vida”, afirmou, por sua vez, o presidente do IPLeiria, Carlos Rabadão, ao destacar ainda o trabalho desenvolvido pelo ciTechCare – Centro de Investigação em Tecnologias e Cuidados de Saúde.
A unidade de investigação associada à ESSLei está focada em “criar soluções para problemas de saúde globais, incorporando tecnologia e multidisciplinaridade na saúde, promovendo estilos de vida saudáveis e atuando na prevenção da doença e do diagnóstico precoce”, refere a ESSLei em comunicado.
A cerimónia teve lugar no Campus 5 – Hub de Inovação em Saúde, edifício situado perto do hospital e que acolheu em tempos a antiga Escola Superior de Enfermagem.
O Hub de Inovação em Saúde foi este ano requalificado, “com vista à melhoria do conforto e à readaptação de espaços, incluindo a requalificação do aTOPLab – Laboratório Avançado de Produtos de Apoio e Saúde Ocupacional e do C2S – Centro de Simulação em Saúde, e a criação do LIFE – Laboratório de Investigação em Funcionalidade e Exercício”, acrescenta a mesma nota.