No pico da tempestade Kristin, cerca das 5 horas de 28 de janeiro, Domingos Antunes, comandante distrital de Leiria da PSP, saiu para a rua e teve uma “perceção real, não contada”, de como o vendaval estava a afetar a cidade. Eram já muitas as estradas cortadas por árvores e outros destroços e as pessoas começavam a chegar a Leiria, pensando que teriam de ir trabalhar.
Apoio à população e desobstrução de vias no topo das prioridades das forças de segurança
As forças de segurança foram chamadas para dar resposta à ansiedade da população, garantir que o trânsito circulava com a maior normalidade possível e que se evitavam situações de conflito. Mas também nas casas dos elementos da PSP e da GNR e nas suas próprias instalações havia estragos a preocupar.