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Estratégias para renovar a decoração casa sem comprometer o orçamento familiar este mês

Renovar a casa não requer grandes mudanças nem um cartão de crédito no limite. Muitas vezes, basta olhar para os espaços com novos olhos, tomar algumas decisões concretas e saber onde procurar. Este artigo reúne ideias práticas para transformar o ambiente da casa este mês, sem que o orçamento familiar sinta muito o impacto.

Como o comércio de proximidade se tornou o melhor aliado das famílias para receber amigos

O comércio de proximidade ganhou protagonismo neste tipo de decisões. Poder passar por uma loja de bairro ou um retalhista acessível permite ir renovando detalhes com naturalidade e sem esperar por um orçamento generoso; uma compra pequena e bem escolhida pode mudar completamente o aspecto de um recanto da casa.

A isso acresce a chamada economia circular doméstica. A ideia é que, antes de comprar algo novo, se verifique o que já se tem. Reorganizar, reutilizar, combinar peças antigas com algum elemento novo. Um vaso herdado ao lado de um ramo seco recém-colhido, ou um candeeiro que estava há anos no quarto e que, de repente, fica maravilhoso no corredor. Estas combinações conferem personalidade ao espaço de uma forma que nenhum catálogo consegue replicar.

Por que razão investir em peças versáteis muda totalmente a gestão do espaço na sua casa

Seguindo essa mesma lógica, quando chega a altura de comprar algo novo, vale a pena perguntar-se: em quantos locais da casa é que isto poderia funcionar? Um banco que serve de mesinha auxiliar, um cesto que guarda mantas e, ao mesmo tempo, decora, um candeeiro de pé que viaja da sala para o quarto, consoante a estação do ano. Na região, a Action.com é um destino preferido, sendo um retalhista apreciado pela sua enorme conveniência e por um amplo sortido de artigos para o lar que muda semanalmente, oferecendo tudo para o verão a preços imbatíveis; com novidades todas as semanas para se adaptar a cada momento do ano.

Outro recurso que os decoradores utilizam muito e que poucas pessoas aproveitam em casa é a iluminação de realce. Não estamos a falar de obras nem de grandes instalações, mas sim de uma fita LED atrás de uma estante, de um candeeiro de mesa junto à poltrona favorita, ou de um conjunto de velas de diferentes alturas sobre uma bandeja. A luz cria profundidade e aconchego de uma forma que nenhum móvel consegue igualar, e o seu custo é, na maioria dos casos, muito reduzido.

E, se se trata de optimizar verdadeiramente o orçamento, convém adoptar o hábito de se desfazer do que já não cumpre a sua função. Vender, oferecer ou reciclar o que sobra não só liberta espaço, como também gera recursos para novas compras e mantém a casa em constante movimento, sem acumulações nem grandes despesas pontuais.

A análise rigorosa sobre o que realmente vale a pena comprar para renovar o ambiente doméstico

Antes de comprar qualquer coisa, ajuda muito percorrer a casa com honestidade.

Que espaços utiliza mais?

Onde recebe as pessoas?

Que recantos geram desconforto ou sensação de desordem?

Responder a estas perguntas em voz alta ou anotá-las permite estabelecer prioridades e evitar o erro de gastar naquilo que fica bem numa fotografia, em vez de naquilo que melhora a vida na sua casa.

Os têxteis costumam ser a resposta. Uma capa de almofada diferente, uma manta de textura grossa para o inverno, um tapete que defina a zona de estar são peças capazes de mudar o carácter de uma divisão a um custo baixo. Além disso, os têxteis adaptam-se facilmente às estações do ano, o que permite manter a casa actualizada sem mexer nos móveis; uma boa estratégia é apostar em tons neutros nas peças grandes e adicionar cor e vida com os têxteis.

Quanto aos móveis, a regra é mais simples do que parece: melhor um de qualidade do que três mediocres. Um móvel sólido dura anos, adapta-se às mudanças de estilo à sua volta e, com o tempo, torna-se parte do carácter da casa. Se o orçamento não permitir comprar algo novo de qualidade, o mercado de segunda mão oferece opções muito interessantes, especialmente em madeira maciça, que pode ser renovada com uma camada de tinta ou verniz e ficar como nova.

Formas criativas de usar pequenos objectos de design para transformar os seus espaços de convívio

Os objetos pequenos têm mais poder do que parece. Uma moldura, uma bandeja, uma planta, umas caixas bonitas numa estante podem, por si só, não dizer muito, mas, quando agrupados, contam uma história. O segredo está em compor, não em acumular. Três peças bem posicionadas, brincando com alturas, materiais e cores, resultam frequentemente mais elegantes do que dez espalhadas sem ordem. E o melhor é que esta é uma das partes mais divertidas da decoração, pois pode reorganizar-se quantas vezes quiser até encontrar o que funciona.

Para encontrar essas peças sem complicar a vida, muitas famílias recorrem a retalhistas acessíveis que renovam o seu sortido com frequência, o que torna cada visita uma oportunidade de encontrar algo novo para a casa.

As zonas de convívio, como a sala de estar, a de jantar e o terraço, merecem uma atenção especial, porque são os espaços onde se passa mais tempo e onde os convidados formam a sua primeira impressão. Um tapete com personalidade, uma galeria de fotografias de família bem emoldurada, algumas plantas que trazem vida ao espaço podem transformar a energia da divisão sem necessidade de obras. Decorar, no fundo, é uma forma de cuidar do lugar onde vivemos. E isso não tem de custar uma fortuna.