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TJ Moldes recupera da “bomba”mas ainda há muito para fazer

O grupo foi um dos mais atingidos pela tempestade de janeiro. Ficou sem duas fábricas, mas nenhum dos trabalhadores foi dispensado. Até ao fim do ano chegará a “velocidade cruzeiro”.

João Faustino num espaço da fábrica onde as tendas continuam a proteger os equipamentos FOTO: Joaquim Dâmaso

Há 179 dias, houve um momento em que João Faustino pensou desistir, ao fim de quatro décadas de trabalho. O grupo TJ Moldes, que erguera na Marinha Grande, foi destruído pelos ventos ciclónicos da tempestade Kristin. A desolação era total e, hoje, as feridas ainda estão longe de sarar, mas o verbo já é outro.


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