A azáfama é evidente para quem passa por perto do Parque dos Infantes, na vila da Batalha. Em contrarrelógio, tenta-se acabar o quanto antes as obras de construção do novo centro de saúde da vila. Se o prazo final de 31 de agosto não for cumprido, corre-se o risco de ter de devolver as verbas recebidas. Essa é a premissa na base do PRR, Plano de Recuperação e Resiliência.
Obras prontas no final do mês? Região em contrarrelógio para não perder verbas do PRR
Escolas, centros de saúde e outros investimentos pagos pelo Plano de Recuperação e Resiliência têm de estar prontos no final do mês. Incumprimento obriga a devolver milhões. Haverá plano B?