O telhado do prédio de Sandrine Cordeiro continua coberto por lonas e a chuva ainda lhe provoca ansiedade. Meses depois da passagem da tempestade Kristin, a dramaturga leva ao palco as marcas de uma experiência que, para muitos, não terminou.
Libélula Teatro revisita marcas deixadas pela tempestade
Meses depois da tempestade Kristin, Sandrine Cordeiro leva ao palco, em Leiria, uma história sobre o que fica depois da catástrofe: danos, medos, relações frágeis e um mistério inesperado