As telhas continuam desalinhadas e há demasiadas vigas de cimento à mostra. A lona azul, que procurou remediar os danos, soltou-se logo nos primeiros dias e, sete meses depois, tudo praticamente continua igual. A moradia de primeiro andar que descrevo é um dos exemplos, na região, do muito que ainda falta fazer.
Marina Guerra
Jornalista
ExclusivoHoje às 18:30
Marcas
A tempestade Kristin teve a força de levar para longe muita coisa tangível, mas deixou uma dor que continua presente e ativa. Não é uma dor que magoa. É uma dor que mói.