A sustentabilidade da Segurança Social não deve ser abordada apenas por meio de ajustes
financeiros, reduções ou discursos alarmantes. Sua resolução exige uma análise aprofundada do contexto real do país: uma população envelhecida, uma taxa de natalidade baixa, jovens qualificados que procuram oportunidades fora do país e famílias que adiam a constituição de família pela dificuldade de acesso à moradia, a salários dignos ou à estabilidade económica.
António Filipe Chambel
Investigador da Universidade de Coimbra
ExclusivoHoje às 18:30
Crónica: Sem jovens não há futuro
Defender a Segurança Social é promover um país onde valha a pena viver, trabalhar, cuidar e constituir família. Sem essa ambição, discutiremos pensões no vazio.