O início do ano trouxe caos e destruição a Leiria. Nem o fortificado Castelo escapou à tempestade. Quase oito meses depois, recuperado, ele deixa-se conquistar por uma harpa que vem da Bélgica, vozes e canções palestinianas, uma mestre espiritual da tradição Gnawa, a evocação à mulher-mãe-guerreira Juana Azurduy ou um dos últimos concertos dos Paus. É mais uma edição de Ágora, que surge em forma de metáfora após a tempestade Kristin.
Ágora. Depois da tempestade, há introspeção e celebração no Castelo de Leiria
A partir desta sexta-feira, dia 18, o programa multicultural feito de partilhas e tolerância, leva ao monumento concertos, teatro e instalação. A abrir, há um piquenique na varanda do Castelo, onde todos são convidados a repartir.