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Tragédia de Orfeu e Eurídice em Óbidos

Este fim de semana, há duas récitas da obra de Gluck, no encerramento do Festival de Ópera de Óbidos.

Orfeu desce ao submundo para resgatar Eurídice, sua esposa, morta por uma picada de serpente. Com uma condição: não olhar para trás até chegarem à luz… A partir de temas universais como o amor, a perda ou a redenção, o drama de Orfeu e Eurídice encerra, no fim de semana, o Festival de Ópera de Óbidos. A obra de Gluck, baseada no trágico mito grego, é apresentada no Convento de São Miguel das Gaeiras, sábado, dia 19 (20 horas), e no domingo, dia 20 (18 horas).

A ópera em três atos, escrita em 1762 para libreto de Raineri de’ Calzabigi, é apresentada em Óbidos com direção musical de Pedro Carneiro.

Nesta produção, com a Orquestra de Câmara Portuguesa e o Coro Voces Caelestes, estão a mezzo-soprano Luisa Francesconi que assume o papel de Orfeu, e a soprano Ana Quintans (na foto) como Eurídice.

A encenação e cenografia são de Carlos Antunes, com coreografias de Teresa Simas e os figurinos de José António Tenente.

“Orfeu e Eurídice” tem 120 minutos de duração, é para maiores de 6 anos e os bilhetes custam 25 e 30 euros (disponíveis em https://festivaloperaobidos.pt).