Na minha escola primária havia concursos de caligrafia. Fiquei quase sempre num esforçado e orgulhoso segundo lugar. Ainda hoje gosto de escrever à mão, apesar de a qualidade da caligrafia ser bastante inferior. Talvez por isso tenha lido com particular curiosidade Escrever à Mão, o novo ensaio de Alexandre Castro Caldas, publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Mónica Vieira
Coordenadora-geral da Teresa e Alexandre Soares dos Santos – Iniciativa Educação
ExclusivoHoje às 18:30
Quem pergunta, aprende: Ainda se escreve à mão?
Escrever à mão não é uma versão mais antiga e lenta de escrever num teclado. É outra coisa.