Sair de casa, petiscar e beber um copo com os amigos. Da antiga mercearia e taberna de Zé Cristino que desapareceu ao nascimento de um restaurante, o pretexto mantém-se. Foi aqui que disseram “Quem quer comer, desloca-se”, e é bem verdade. O ambiente é familiar e no menu o destaque vai para o cabrito no forno, chanfana ou borrego. Mas também a tibornada de bacalhau, o bacalhau com crosta de alheira e broa, o bife à taberneiro e a feijoada de coelho. Quer as entradas como as sobremesas nunca desiludem. O Zé Cristino é hoje muito mais do que um restaurante: é um pedaço vivo do passado, servido com sabor e respeito pela tradição, uma homenagem à história desta prática ancestral de sentar, comer e suspirar.
Fonte: Guia de Bem Comer 2025



