O 1º de maio representa mais do que uma comemoração; é uma memória viva de luta, conquista e dignidade. Recorda-nos que nenhum direito surge espontaneamente: foi conquistado por trabalhadores que rejeitaram a exploração como destino inevitável. Essa narrativa permanece atual, pois a injustiça persiste, assumindo novas formas, expressões e rostos.
António Filipe Chambel
Investigador da Universidade de Coimbra
ExclusivoHoje às 17:44
1º de maio e migração
Há aqui uma contradição. Lamenta-se a falta de mão de obra, mas aceita-se que essa mão de obra viva precariamente. Exige-se produtividade, mas recusa-se justiça. Quer-se crescimento, mas sem repartir direitos.