O preço dos combustíveis disparou. Não é de estranhar: dispara amiúde lá onde o petróleo nasce e se multiplica pelo globo, e o ricochete sente-se nas bombas. O debate público é pavloviano: impostos, especulação, apoios. Tal como em Ormuz, o caminho é estreito. Mas navegável.
Carlos S. Almeida
Jornalista
ExclusivoHoje às 18:33
A crise dos combustíveis não nasceu ontem
Leiria combina uma das taxas de motorização mais altas do país com duas autoestradas e uma rede de transportes públicos pouco generosa.