Uma oposição responsável não é rejeição permanente, nem cedência permanente. Entre estes extremos existe um espaço político que deve ser ocupado pela exigência, pela negociação e pela defesa do interesse nacional. Perante o Orçamento do Estado, a posição deve ser clara, isto é, nem cheque em branco, nem bloqueio sistemático.
António Lacerda Sales
Médico e político
ExclusivoHoje às 18:07
Anatomia do tempo: Orçamento do Estado – Firmeza sem bloqueio
Portugal não pode perder uma oportunidade histórica por atrasos ou incapacidade de execução. Devem existir metas públicas, calendários, indicadores e responsabilização