Quando pensamos em património, pensamos quase sempre em coisas que podemos ver. Um castelo, uma igreja, um mosteiro, uma casa antiga, um objecto guardado num museu. Aprendemos a reconhecer o património pela sua materialidade e, muitas vezes, pela distância que o separa de nós: alguma coisa que chegou do passado e que queremos preservar para o futuro.
Celeste Afonso
Especialista em Gestão Cultural Integrada do Território (GCIT)
ExclusivoHoje às 14:05
Constelações patrimoniais: Património vivo
Na região de Leiria, o património cultural imaterial atravessa festas, ofícios, músicas, saberes, memórias e modos de fazer