Assinar Edições Digitais
Sociedade

Câmara de Leiria quer criar ciclovia na cidade

A Câmara Municipal de Leiria quer criar uma rede de ciclovias na cidade, um investimento estimado em 340 mil euros para ligar à área urbana os espaços de lazer criados no âmbito do programa Polis.

A Câmara Municipal de Leiria quer criar uma rede de ciclovias na cidade, um investimento estimado em 340 mil euros para ligar à área urbana os espaços de lazer criados no âmbito do programa Polis.

No final da reunião do executivo municipal de hoje, na qual foi apresentando um estudo naquele sentido, o vereador com o pelouro das Obras Municipais, Lino Pereira, explicou que o projeto pretende “criar condições para ligar a cidade, através de ciclovias, às zonas intervencionadas no âmbito do Polis, onde já existem estes percursos”.

Segundo Lino Pereira, as ciclovias – com um total de cinco quilómetros – vão ser objeto de candidatura à Rede Urbana para a Competitividade e a Inovação no âmbito da Comunidade Intermunicipal do Pinhal Litoral, prevendo-se o início da sua execução em setembro.

Um dos percursos dá continuidade à ciclovia já existente entre o campus 2 do Instituto Politécnico de Leiria (IPL) e a rotunda D. Dinis e tem passagens pela zona dos Paços do Concelho, largo Rainha Santa Isabel e Avenida Nossa Senhora de Fátima até ao parque de Santo Agostinho.

Outro trajeto tem início na zona do estádio municipal, junto ao rio Lis, que também foi alvo de obras no âmbito do Polis, prosseguindo pela avenida 25 de abril e futura variante dos Capuchos.

O objetivo da autarquia é que as ciclovias sejam também interligadas com investimentos urbanísticos já aprovados para a cidade, um deles junto ao itinerário complementar 2, prevendo-se, mais tarde, que chegue à incubadora de empresas sediada na freguesia de Parceiros.

Também na reunião do executivo municipal, o presidente da Câmara, Raul Castro, anunciou que está em estudo a criação de um silo de automóveis junto à rotunda D. Dinis, cuja capacidade pode chegar aos 400 veículos distribuídos por três pisos.

“Estamos a estudar essa hipótese”, disse Raul Castro, justificando o investimento com o crescimento do campus 2 do IPL e a redução do estacionamento na escola secundária Francisco Rodrigues Lobo, devido às obras do programa de modernização do parque escolar.

Por outro lado, o autarca apontou que o silo dará resposta à possibilidade de crescimento da escola básica 2,3 D. Dinis e à proximidade da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do IPL.