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Sociedade

Câmara de Leiria e revista Invest sem “conversas”

Terminou a ligação entre a Câmara Municipal de Leiria e a iniciativa “Conversas Improváveis”, que começou por pôr frente-a-frente Ricardo Araújo Pereira e Marcelo Rebelo de Sousa.

Terminou a ligação entre a Câmara Municipal de Leiria e a iniciativa “Conversas Improváveis”, um debate entre duas personalidades de áreas distintas que começou por pôr frente-a-frente Ricardo Araújo Pereira e Marcelo Rebelo de Sousa e, numa segunda edição, Manuel Alegre e José Cid.

João Paulo Leonardo, diretor da revista Invest, responsável pela organização do evento, agradece o apoio da Câmara de Leiria nas duas primeiras edições através da cedência do Teatro Miguel Franco e do apoio logístico.

No entanto, “trata-se da necessidade de assegurar a viabilidade financeira das ‘Conversas Improváveis’, assegurando a sua sobrevivência enquanto formato ao vivo e formato televisivo”, esclarece.

A terceira sessão realizou-se dia 26 de março, no Casino da Figueira da Foz, com o comentador desportivo Rui Santos e o político Marques Mendes.

João Paulo Leonardo adianta que, a partir de agora, as “conversas” podem realizar-se em Lisboa, Porto ou no interior centro do país, mantendo a vertente social.

Entretanto, a Câmara de Leiria lamenta que a revista Invest não tenha cumprido o que estava acordado e tenha decidido “unilateralmente” levar o programa “Conversas Improváveis” para o Casino da Figueira da Foz.

A autarquia informa que era co-organizadora do evento, tendo sido elaborado um protocolo que, no entanto, nunca chegou a ser assinado.

Apesar disso, a Câmara de Leiria “sempre cumpriu escrupulosamente com aquilo a que se comprometeu, ao disponibilizar o espaço e os técnicos de som e luz”.

Para o fim da co-organização em Leiria terá concorrido o facto de a autarquia se ter recusado a fazer publicidade na SIC Notícias, com o argumento de que além dos apoios já referidos, também fazia parte da organização.

Desde então, a revista Invest foi dando conta de que “não conseguia suportar os custos elevados”, uma vez que a SIC “exigiria” parte desse pagamento e não tinham sido angariados patrocínios suficientes para manter o programa em Leiria.

(notícia publicada nas edições de 30 de março e 5 de abril de 2012)

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