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Sociedade

Estrada da Mata de S. Pedro de Moel só abre na primavera de 2014

A estrada da Mata Nacional, entre a Marinha Grande e São Pedro de Moel, só abrirá ao trânsito, na melhor das hipóteses, na primavera do próximo ano.

A estrada da Mata Nacional, entre a Marinha Grande e São Pedro de Moel, só abrirá ao trânsito, na melhor das hipóteses, na primavera do próximo ano. E a reabertura só acontecerá quando estiverem reunidas as condições de segurança para tal. Quem o assegura é a ministra da Agricultura, Assunção Cristas.

Esta informação surge na resposta prestada pelo gabinete da ministra ao deputado socialista, João Paulo Pedrosa que, na Assembleia da República, no início de setembro, questionou o governo sobre esta matéria.

Atualmente, a “estrada encontra-se encerrada por não ser possível garantir a segurança dos transeuntes”, refere o gabinete ministerial. O risco está concentrado nas árvores que, embora permanecendo de pé, não dão garantias de segurança, uma vez que não é possível verificar visualmente se estão em risco de queda, revela o executivo.

Será o rigor meteorológico do inverno o teste da “real estabilidade do arvoredo”. A reabertura da estrada acontecerá na próxima primavera, “caso as condições de segurança assim o permitam”, reforça o ministério.

Atualmente, acrescenta o gabinete de Assunção Cristas, no local já não permanece arvoredo caído na sequência do temporal de janeiro. A retirada do material lenhoso foi dada como terminada a 18 de junho. Ainda assim, pontualmente ocorrem quedas de árvores e há mesmo zonas de encostas junto ao Ribeiro de Moel que correm o risco de derrocada, refere-se na resposta prestada ao deputado socialista no passado dia 3.

Um grupo de trabalho, que integrou elementos da proteção civil municipal, Instituto da Conservação da Natureza e Florestas e da Autoridade Nacional de Proteção Civil analisou a situação no local, constatando não estarem reunidas condições de segurança que permitissem a reabertura da estrada, avança ainda o governo.

(Notícia publicada na edição de 10 de outubro de 2013)

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Efeitos do temporal de 19 de janeiro ainda se fazem sentir (fotografia: Miguel Costa)