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Ministro da Defesa considera “prematuro” abrir novas formas de partilha com aviação civil

Este ano, Portugal assegura o Policiamento Aéreo nos Países do Báltico (Estónia, Letónia e Lituânia) de 1 de maio a 31 de agosto, estando aprovada a participação com quatro aeronaves F-16 MLU e um destacamento de até 95 militares baseados na Lituânia Foto de arquivo: Joaquim Dâmaso

O ministro da Defesa considerou hoje ser “absolutamente prematuro” abrir outros processos sobre novas formas de partilha com a aviação civil, considerando que o país tem atualmente o “grande projeto” do novo aeroporto internacional de Lisboa.

“Eu penso que nós, nesta altura, temos isso sim, esse grande projeto que nos vai ocupar durante bastante tempo, é um projeto nacional e eu acho que nesta altura é absolutamente prematuro estar a abrir novos processos sobre novas formas de partilha com a aviação civil”, afirmou José Azeredo Lopes, ao ser questionado sobre a eventual abertura ao tráfego civil da Base Aérea n.º 5, em Monte Real, concelho de Leiria.

Azeredo Lopes falava aos jornalistas na cerimónia de entrega da bandeira nacional à Força Nacional Destacada para o Policiamento Aéreo do Báltico/Baltic Air Policing 2018 (BAP18), que decorreu nesta base.

O governante reconheceu que “há, e muito legitimamente, quem defenda essa solução, mas não há nenhum processo que esteja a decorrer”, referindo que “o que foi dito sobre o assunto” é “amplamente suficiente” e não tem “que ser a favor nem ser contra” a possibilidade de Monte Real receber voos civis.

“O que se tem de discutir é a necessidade no imediato [de] lançar esta questão”, adiantou.

À pergunta se acha necessário lançar esta questão, o ministro da Defesa Nacional respondeu: “Eu, sinceramente, não vejo razões objetivas para o fazer”.

“A Força Aérea, como aliás está a demonstrar agora no processo sobre o novo aeroporto internacional de Lisboa, sempre mostrou uma disponibilidade plena para colaboração com a sociedade civil ou com questões que a própria sociedade civil ou necessidades que convoquem o país possam obrigar a que haja uma reflexão sobre instalações, sobre cedência de instalações, sobre partilha de instalações”, declarou, para acrescentar respeitar “muito a opinião daqueles que aqui, em diferentes autarquias, defenderam esse tipo de solução”.

Na tomada de posse para um novo mandato, em 14 de outubro, o presidente da Câmara de Leiria, Raul Castro, reeleito pelo PS, voltou a defender a abertura da base aérea de Monte Real à aviação civil, sublinhando que estão reunidas as condições técnicas para que tal aconteça.

Na defesa desta posição estão outros autarcas e entidades da região Centro.

Já em janeiro, O grupo parlamentar do PSD apresentou uma recomendação para que o Governo adapte a base aérea de Monte Real para receber voos civis, visando o desenvolvimento económico da região Centro, proposta com a qual o PS concorda.

Por outro lado, a Câmara de Coimbra e outros autarcas defendem a instalação de um aeroporto internacional na cidade, projeto que estará já em curso.

 

Lusa

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