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Fogo destrói armazém de produtos chineses na Batalha (com vídeo)

O fogo que esta madrugada deflagrou em Casal da Amieira, Batalha, destruiu por por completo um armazém de venda de produtos chineses. Apesar do aparato, o incêndio não provocou vítimas.

o alerta para o incêndio no armazém, situado junto ao IC2 (via rodoviária que liga Lisboa ao Porto), foi dado às 03h45.

O fogo no armazém entrou em fase de resolução cerca das 06h20. Contudo, hoje pelas 10h20 a Proteção Civil ainda dava conta, no seu sítio da internet, da presença de 51 operacionais e 16 veículos no local.

O facto de o espaço já ter sido sinalizado pelos Bombeiros Voluntários da Batalha como sendo de risco de incêndio, foi relevante para evitar a propagação das chamas ao comércio vizinho, aponta Paulo Batista Santos, presidente da Câmara da Batalha.  “Os bombeiros abordaram muito bem a operação, porque já conheciam [o local] e o armazém estava identificado como sendo de risco”, aponta. Este facto, e o reforço de meios pedido na altura, permitiu “confinar nas primeiras duas horas o fogo apenas a este armazém”.

 

Contíguo ao armazém de produtos chineses, existe um espaço comercial de venda de mobiliário que, explica o autarca, não foi atingido pelo fogo. O mesmo se passou com o posto de abastecimento de combustíveis existente em frente do armazém atingido pelas chamas. Embora as chamas não tenham chegado ao posto de abastecimento, o seu funcionamento foi interrompido, tendo apenas sido retomado cerca das 7h15, refere o presidente da Câmara da Batalha. O fogo chegou a lavrar com grande intensidade, tendo destruído por completo o armazém cuja cobertura abateu.

Ainda de acordo com o autarca, as instalações comerciais atingidas estavam cobertas pelo seguro. Esta manhã ainda não eram conhecidas as causas do incêndio. Cerca das 9 horas aguardava-se a chegada de elementos da Polícia Judiciária ao local, visando investigar as circunstâncias que originaram o fogo.

Entretanto, também a estrutura do armazém que permanece de pé vai ser analisada. “A estrutura sofreu muito com o fogo e vai ser avaliada”, refere Paulo Batista Santos. No imediato, o comércio vizinho ao armazém atingido deve ser suspenso.

No combate às chamas estiveram envolvidos mais de meia centena de operacionais de diversas corporações da região.

CSA com Lusa

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