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“Repórter no Mundo”: a aplicação móvel que quer ligar os portugueses

A pensar nos que saíram do país, mas também nos que ficaram, nas relações de valor que entre uns e outros é possível criar, o REGIÃO DE LEIRIA criou a aplicação móvel “Repórter no Mundo”.

O projeto foi apresentado hoje, quarta-feira, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG), do Politécnico de Leiria, e resulta de uma candidatura à terceira ronda do fundo de inovação digital da Google que se destina a financiar projetos na área do jornalismo digital.

Desenvolvida pelo REGIÃO DE LEIRIA, em parceria com a Escola Superior de Tecnologia e Gestão, do Politécnico de Leiria (uma equipa formada por docentes da licenciatura em Jogos Digitais e Multimédia, do Departamento de Engenharia Informática e bolseiros do Mestrado de Computação Móvel), a app já se encontra disponível.

E o que pretende a aplicação móvel? 

Cada utilizador é convidado a vestir a pele de “correspondente”, partilhar histórias, enviando texto, fotografia ou vídeo num formato semelhante à construção de uma notícia. Depois de enviada, a história é recebida pela redação do REGIÃO DE LEIRIA que a aprova e publica nas plataformas móvel e web (site reporternomundo.pt). Uma vez publicadas, as histórias podem ser objeto de “gosto”, comentário e partilha nas principais redes sociais.

Um fator diferenciador da app é a componente de ludificação. À medida que os utilizadores vão enviando histórias progridem numa escala e, ao mesmo tempo, através de desafios lançados pelo jornal, podem receber prémios físicos e virtuais. É ainda possível convidar amigos, procurar outras pessoas (num raio de 500 km), enviar mensagens privadas ou trocar informações na Comunidade (semelhante a um fórum), com todos os utilizadores da app e onde as informações se trocam livremente.

Estima-se que cheguem aos 35 milhões, os portugueses e lusodescendentes espalhados pelo mundo. A pensar nesse imenso público, nas histórias, experiências e contactos que têm para partilhar, o REGIÃO DE LEIRIA desenvolveu uma aplicação móvel que oferece um canal privilegiado de comunicação, contribuí para manter viva a língua portuguesa e para quebrar estereótipos em torno da emigração.

O REGIÃO DE LEIRIA é, até à data, o único jornal regional português a ser contemplado com o  Digital News Innovation Fund (DNI Fund), um Fundo de Investimento da Google, já atribuído a grandes projetos do jornal Público, da Cofina, proprietária do Correio da Manhã, do Negócios e da Sábado, e da Impresa, que detém o Expresso e a SIC.

“Repórter no Mundo” está disponível gratuitamente na Google Play Store, para o sistema Android, através deste link http://bit.ly/2Hnh5NV.

Todas as dúvidas sobre o funcionamento da app podem ser esclarecidas através do endereço geral@reporternomundo.pt. 

Fotografias: Joaquim Dâmaso

Partilhar histórias é uma das principais funcionalidades da app. Cada utilizador é convidado a vestir a pele de “correspondente” e a partilhar as suas vivências e experiências.

A app tem uma componente lúdica que permite aos utilizadores começarem como “candidatos a correspondentes” e ascenderem a “correspondentes seniores”. Ao mesmo tempo, respondendo a desafios lançados pelo jornal, podem subir ao pódio e receber prémios virtuais e físicos.

Para escrever a história, o utilizador é convidado a responder às questões obrigatórias de qualquer texto informativo. Depois pode adicionar até cinco fotografias e um vídeo. 

A troca de informações faz-se livremente na área da app que se designa por “comunidade”.  Neste espaço, que é idêntico a um fórum, é possível fazer perguntas, publicar respostas e comentários sobre áreas temáticas definidas. Em breve será possível segmentar as questões por área geográfica.

3 Comentários

  1. José

    É a primeira vez que vejo referido que se estima em 35 milhões o número de portugueses e lusodescendentes espalhados pelo mundo… enfim cada um é livre de indicar o número que lhe passa no momento pela cabeça (seria bom que indicasse alguma fonte para tornar este número mais credível)…

    Responder
      • José

        Obrigado pela sugestão… mas “Há quem fale de 35 milhões até à terceira geração”… não é propriamente um dado fidedigno…. há quem fale em muita coisa sem sentido…

        Responder

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