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Greve estudantil climática junta duas centenas de alunos em Leiria

Cerca de duas centenas de estudantes de várias escolas da região concentraram-se esta manhã em Leiria para exigir dos políticos ações contra as alterações climáticas. A manifestação integra o movimento estudantil que está hoje a decorrer em mais de 25 pontos em Portugal e em 50 países.

“Sentimos que era impensável continuar sentados à espera de alguém fizesse alguma coisa por aquilo que é o nosso futuro. Nós vamos ser aqueles que vão ser afectados diretamente pelo que acontecer e pelo que não acontecer. Tudo o que não for feito, somos nós que vamos ser afectados diretamente”, disse Inês Aleixo, porta voz do movimento estudantil que se manifestou em Leiria. Sensibilizar a sociedade e os responsáveis políticos para travar as alterações climáticas, nomeadamente com o fim da exploração dos combustíveis fôsseis e maior investimento nas energias renováveis são alguns dos pontos defendidos pelos manifestantes.

As duas centenas de estudantes, do 1º ciclo ao secundário, concentrou-se na praça Rodrigues Lobo e depois marchou até ao largo da República, em frente ao edifício dos Paços do Concelho.

Esta acção estudantil mundial tem como lema “fazer greve por um clima seguro” (“SchoolStrike4Climate”) e culmina uma série de manifestações semanais iniciadas no ano passado pela sueca Greta Thunberg, de 16 anos, nomeada para o prémio Nobel da Paz.

Com estudantes de Leiria, Marinha Grande, Batalha, Alcobaça e Pombal, a erguer cartazes e faixas com mensagens de sensibilização e a cantar que “Não há planeta B”, o manifesto que guia estas acções defende que “os governantes dêem atenção àquilo que se passa no nosso país e no nosso planeta”.

“As coisas vão começar a complicar, cada vez mais, e esta luta também é nossa, a partir do momento em que a maioria dos adultos, e a maioria das pessoas que está nos governos, não faz aquilo que devia estar a fazer, que é zelar pelo planeta, zelar pela nossa casa”, acrescenta a porta-voz, aluna do 11º ano da Escola Secundária Calazans Duarte, da Marinha Grande, satisfeita com a adesão à greve.

“Não vamos parar por aqui, vamos parar quando as coisas que estamos a reivindicar forem feitas, e nos seja dada atenção”, afirma.

Veja a fotogaleria.

Marina Guerra
Jornalista
marina.guerra@regiaodeleiria.pt

Joaquim Dâmaso
Fotojornalista
joaquim.damaso@regiaodeleiria.pt

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