Os Mão Morta, liderados por Adolfo Luxúria Canibal, vão apresentar o mais recente álbum, “No fim era o frio”, em Leiria, esta quinta-feira, 30 de janeiro.

“No fim era o frio”, editado no passado mês de setembro, é o mais recente trabalho da banda de Braga, tratando-se de “uma narrativa distópica”, assume a banda.

No Teatro José Lúcio da Silva, os Mão Morta vão apresentar um espetáculo em que “conceitos como aquecimento global ou subida das águas do mar servem de ponto de partida e cenário para um questionar e decompor de diferentes paradigmas do quotidiano”.

O álbum “conceptual” conta uma história de perda, criada de raiz por Adolfo Luxúria Canibal, vocalista do grupo, disse o próprio músico à agência Lusa, em julho de 2019.

O disco é “muito centrado numa história, que atravessa todo” o álbum, “uma distopia, uma história de perda”, contou o músico, referindo que, na génese do novo trabalho da banda, esteve “uma ideia musical de construção, de composição a partir de módulos, uma ideia retirada da música eletrónica”, e que a banda quis “aplicar à música elétrica”.

Segundo Adolfo Luxúria Canibal, as faixas que compõem o disco são propriamente músicas, antes “longos ambientes, a que chamamos módulos”, sem refrão, pontes ou estrofes, frisou.

Os bilhetes para o concerto em Leiria custam 15 euros e podem ser adquiridos na bilhteira do Teatro José Lúcio da Silva ou online, aqui.