Macau não está isolado, mas o cerco aperta-se dia após dia. O alerta causado pelo coronavírus está a deixar a capital do jogo deserta, cenário que não é normal para os leirienses que vivem no território

O coronavírus chinês acabou quase de um dia para o outro com as multidões, tão familiares naquela que é a capital do jogo mundial e que recebe quase 40 milhões de turistas  por ano, mais de três milhões de visitantes por mês, mais de 100 mil pessoas a entrar todos os dias naquele que é um dos territórios mais densamente povoados do mundo.

É, portanto, compreensível a estranheza de Sofia Mota, há anos a viver em Macau. “Para nós, que estamos sempre a queixarmo-nos das multidões, é muito triste ver esta cidade sem gente”, tenta resumir.

A ameaça global que abala o mundo e o drama visto por leirienses na China está no trabalho de abertura da edição desta semana do REGIÃO DE LEIRIA. Já disponíveis nas bancas e aqui na loja online.

João Carreira
Jornalista da Agência Lusa
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