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Cantinho dos Bichos

Canil de Leiria vai acolher mais de 100 animais e custa um milhão de euros

Projeto prevê criação de 50 celas para cães e gatos, dois espaços para pombos e aves de capoeira, um estábulo para animais de grande porte e uma divisão para animais de pequeno porte.

Imagem de cão num canil municipal

O Município de Leiria aprovou hoje, por unanimidade, o estudo prévio para a construção de um novo canil com capacidade para acolher mais de 100 animais, no valor estimado de um milhão de euros.

O estudo prévio do novo Centro de Recolha Oficial de Animais (CROA) apresentado hoje, durante a reunião de executivo, será construído numa antiga suinicultura na Charneca da Boa Vista, numa área de 9.954 metros quadrados e terá capacidade para receber mais de 100 animais de diversas espécies.

“O estudo prévio, ainda sem os materiais definidos, aponta para uma estimativa que não deverá ultrapassar um milhão de euros”, adiantou a arquiteta responsável, Alda Negrito, durante a apresentação.

O projeto prevê a criação de 50 celas para cães e gatos, dois espaços para pombos e aves de capoeira, um estábulo para animais de grande porte e uma divisão para animais de pequeno porte.

Haverá ainda uma área exterior de recreio, uma zona para vacinação e higienização, assim como um espaço para os animais efetuarem quarentena, sempre que necessário.

O projeto contempla já uma futura ampliação.

A vereadora do PSD, Ana Silveira, considerou o CROA “algo que é muito necessário face à quantidade de animais errantes que existem no concelho e que é preciso dar-lhes algum conforto”.

No entanto, defendeu uma maior zona dedicada aos recreios dos animais e a localização dos animais de grande porte num espaço virado para o exterior.

Ana Esperança, vereadora da Proteção e Saúde Animal (PS), garantiu que os “animais vão ter muito espaço” e a dimensão foi projetada de acordo com médicos veterinários.

A autarca explicou ainda que “a ampliação está prevista”, embora seja “executada por fases”.

“Não posso ter só o projeto de um CROA e não ajustar os recursos humanos. Estamos num processo gradual. O projeto também foi apresentado à Direção-Geral de Agricultura e Veterinária, que referiu que está “bem pensado e bem delineado”.

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