Assinar
Leiria

Espaços culturais municipais reabrem hoje em Leiria

A decisão vai ao encontro do plano de desconfinamento do Governo, que define as condições de reabertura de museus, monumentos e galerias de arte.

O mimo – museu da imagem em movimento, o Moinho de Papel e o Museu de Leiria são alguns dos espaços culturais que reabrem hoje, segunda-feira, em Leiria, cumprindo a nova fase do plano de desconfinamento.

Os equipamentos municipais geridos pelo município de Leiria voltam a abrir portas e a receber visitantes, depois de mais de dois meses encerrados.

O Banco de Artes Galeria, o Centro Cultural Mercado de Sant’Ana, o Centro de Interpretação Abrigo do Lagar Velho e o Centro de Diálogo Intercultural de Leiria fazem parte da lista de reabertura.

Também as salas de leitura da Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira passam a poder ser utilizadas, segundo avança a autarquia, em comunicado.

“Será obrigatório usar máscara, a lotação estará condicionada e serão ainda reforçadas as medidas de higienização e de limpeza dos diversos espaços”, esclarece a Câmara de Leiria.

O Agromuseu Municipal Dona Julinha e o Castelo de Leiria não vão abrir para já, uma vez que estão a ser realizadas obras de reabilitação nos espaços, estando as reaberturas previstas para 18 e 22 de maio, respetivamente.

Museus, monumentos e galerias de arte podem estar abertos até às 22h30

Os museus, monumentos, palácios, sítios arqueológicos e galerias, que podem reabrir a desta segunda-feira, podem estar abertos até às 22h30 aos dias de semana e até às 13 horas aos fins de semana e feriados.

De acordo com o comunicado do Conselho de Ministros, “museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos ou similares, nacionais, regionais e municipais, públicos ou privados, bem como de galerias de arte e salas de exposições encerram às 22h30, durante os dias de semana, e às 13 horas, aos sábados, domingos e feriados”.

A reabertura destes equipamentos culturais, prevista no ‘plano de desconfinamento’ do Governo, foi confirmada pelo primeiro-ministro, António Costa, em conferência de imprensa, no final do Conselho de Ministros da passada quinta-feira, 1 de abril.

No que às atividades culturais diz respeito, o ‘plano de desconfinamento’ do Governo prevê que a reabertura de salas de espetáculos, teatros, auditórios e cinemas seja possível a partir de 19 de abril.

Segundo o Ministério da Cultura, num comunicado divulgado após o Conselho de Ministros de hoje, esses equipamentos culturais poderão reabrir “com as mesmas regras que existiam à data do seu encerramento”.

“Os horários de fecho diário serão às 22h30 nos dias úteis e às 13 horas nos fins de semana e feriados e aplicam-se as regras de funcionamento constantes da Orientação 028/2020, da DGS [Direção-Geral da Saúde], ainda em vigor”, lê-se no comunicado.

O horário de encerramento destas salas é assim alargado em meia hora, em relação ao que tinha sido anunciado pela Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC), em 18 de março, e depois reiterado no dia 25 do mesmo mês.

Num esclarecimento publicado em 18 de março no seu ‘site’ oficial, e acessível pelo menos até às 18 horas de hoje, a IGAC refere que “o horário de encerramento das salas de espetáculos/cinemas/auditórios/teatros é às 22 horas durante a semana e às 13 horas ao fim de semana e feriados”.

Num outro esclarecimento, divulgado uma semana depois, e no qual a IGAC anunciava que as regras de funcionamento das salas de espetáculos, cinemas e outros equipamentos culturais, este ano, se mantêm as mesmas definidas em maio de 2020, pela DGS, esses horários eram reiterados.

Na apresentação do ‘plano de desconfinamento’ do Governo, em 11 de março, o primeiro-ministro, António Costa, salientou que o processo de reabertura será “gradual e está sujeito sempre a uma reavaliação quinzenal, de acordo com a avaliação de risco” adotada.

Apoie o REGIÃO DE LEIRIA

Se chegou até aqui é porque este é um texto que lhe interessa. Por detrás dele há uma equipa e um conjunto de recursos que custam dinheiro e que, para continuarem a existir, precisam da sua ajuda. Gostávamos de lhe explicar como.