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Marinha Grande

Município reforça meios dos bombeiros de Vieira de Leiria e Marinha Grande

O protocolo é válido por três anos e renovável automaticamente

O Município da Marinha Grande anunciou que vai garantir a presença de mais uma equipa de intervenção permanente (EIP) nos dois corpos de bombeiros do concelho, reforçando a capacidade de resposta em situação de socorro.

A constituição da segunda EIP em cada um dos dois corpos de bombeiros irá “reforçar a capacidade de resposta em situações de socorro, no combate a incêndios, na intervenção em situações de emergência ou de catástrofe, pelas duas corporações”, justificou o presidente da Câmara da Marinha Grande, Aurélio Ferreira, citado numa nota de imprensa.

O autarca (movimento independente +MPM) destacou o “inquestionável contributo dos bombeiros voluntários, na salvaguarda da segurança de pessoas e bens, cujo trabalho foi agravado pela situação de pandemia que vivemos há quase dois anos”.

A criação destas duas novas equipas resulta da assinatura de um protocolo de colaboração entre o Município da Marinha Grande, Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e as associações humanitárias dos Bombeiros Voluntários da Marinha Grande e de Vieira de Leiria.

Segundo a nota de imprensa, “no âmbito da legislação em vigor, prevê-se a melhoria e eficiência da proteção civil e das condições de prevenção e socorro face a acidentes e catástrofes”.

Tal é possível “mediante a valorização das associações e dos corpos de bombeiros voluntários, enquanto verdadeiros pilares do sistema de proteção e socorro, através do reforço dos incentivos ao voluntariado, do apoio ao funcionamento e ao equipamento e do pleno aproveitamento das capacidades operacionais e de comando”.

Para a autarquia, é “valorizada e reforçada a profissionalização dos operacionais promovendo o desenvolvimento gradual, entre outras, das EIP, em parceria com os municípios e com as associações humanitárias de bombeiros garantindo prontidão na resposta às ocorrências que impliquem intervenções de socorro às populações e de defesa dos seus bens”.

O protocolo, válido por três anos e renovável automaticamente, regula as condições de “contratação, funcionamento e manutenção pelas respetivas associações de bombeiros, de elementos que integrarão a EIP, que tem a exclusiva missão de assegurar, em permanência, serviços de socorro às populações”.

Em cada uma das corporações, a respetiva EIP vai exercer a sua missão de forma permanente, todos os dias úteis, por um período semanal de 40 horas, de acordo com um plano de horário elaborado pelo presidente da direção, sob proposta do comandante do corpo de bombeiros, a ser posteriormente homologado pelo Comandante Operacional Distrital, refere ainda o comunicado.

A EIP será constituída por cinco bombeiros em regime de permanência, que desenvolverá a sua atividade em regime de exclusividade e está sujeito ao dever de permanência durante o período considerado de serviço, ficando sob a dependência operacional do comandante do corpo de bombeiros.

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