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Está de volta o “estica-o-braço” mas a pandemia junta receio à dança

Está a começar a época das festas e, com elas, regressam os bailes. Após mais de dois anos de carência, há muita vontade de dançar. Mas como vai ser, com a pandemia ainda à espreita?

Vai demorar anos até acertar o “passo” à dança como ela era antes da pandemia, acreditam os músicos Foto de arquivo: Joaquim Dâmaso

“Não está fácil colocar as pessoas a dançar novamente”. O alerta foi dado por Licínio Ferraria, na apresentação das Festas de São Pedro, em Porto de Mós. Depois de mais de dois anos de paragem, os bailes populares, arraiais e festas onde se pratica o famoso “estica-o-braço”, estão a ressentir-se dos efeitos secundários da pandemia: apesar da grande vontade de entregar o corpo (e o espírito) à festa para esquecer as agruras destes tempos, muitos temem os contágios, até porque os números da Covid-19 voltam a subir. Assim, que bailes vamos ter este verão?

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