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Ourém

Vagas nas creches de Fátima resolvidas até setembro

As famílias que recorram aos privados por falta de vagas vão passar a contar com o apoio do Município de Ourém.

foto do exterior do centro infantil de leuca
Santa Maria de Leuca já manifestou intenção de receber mais crianças

A falta de vagas para crianças nas creches de Fátima deverá estar resolvida a tempo do próximo ano letivo. A garantia foi dada pelo presidente da Câmara, durante a sessão da iniciativa “Voz a vós”, realizada em Fátima, a 30 de maio.

Luís Albuquerque adiantou ter tido reuniões com três entidades que “manifestaram intenção de avançar com a criação de novos lugares da valência de creche”. O Centro Infantil Santa Maria de Leuca já manifestou a intenção de vir a receber mais crianças, sabe o Região de Leiria.

Uma das instituições tem já licenciamento do processo em curso junto da Segurança Social, o que permitirá criar mais 32 lugares, adiantou Luís Albuquerque. Uma terceira entidade tem instalações e vai apresentar projeto para o efeito, acrescentou.

Das três instituições, uma tem já valência de creche enquanto as outras duas não, adianta o responsável, sem querer confirmar quais. Refere, no entanto, que “as novas vagas irão surgir no centro da cidade de Fátima”.

O problema foi apontado por um grupo de mães na reunião da Assembleia Municipal de 25 de abril. Sofia Silva alertava para a falta de 30 vagas, salientando que inscreveram os filhos em maio do ano passado e os pais foram informados “que nem em setembro de 2022 teriam vagas”. O problema “grave” levou as mães a solicitar a intervenção da autarquia.

As famílias que têm de recorrer aos privados vão passar a contar com o apoio do Município. “Estamos a alterar o nosso regulamento de apoio à natalidade, incluindo apoio às creches” para as famílias que não têm apoio da Segurança social, anunciou Luís Albuquerque, na mesma sessão de 25 de abril.

A Assembleia Municipal de Ourém alertou o diretor do Centro Distrital de Santarém do Instituto da Segurança Social para a “enorme falta de resposta no acesso a creches” e a “preocupante situação” que se vive no concelho.

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