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Da cesta ao candeeiro, cooperativa da Ilha inova e mantém viva a arte do bracejo

Alzira, Luzia, Idalina e Maria dedicaram uma vida inteira à arte do bracejo. Hoje continuam a ocupar-se da colheita e da confeção das peças, mas reconhecem que a atividade está em risco de terminar.

Idalina Marques e Luzia Pereira são duas das artesãs da cooperativa

Há 36 anos nascia a Cooperativa Cestinhos da Ilha, fruto da paixão de seis pessoas pela arte do bracejo e da intenção de não deixar morrer o ex-libris da Ilha, que estava já em vias de extinção.

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