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Hospitais do Oeste investem 3,9 milhões de euros em equipamentos de TAC e robot cirúrgico

Os dois novos aparelhos de TAC “substituirão equipamentos com mais de uma década de uso, atualmente descontinuados e tecnologicamente ultrapassados”, informou a Unidade Local de Saúde do Oeste.

Um profissional de saúde observa imagens do cérebro num monitor. Ao fundo, uma pessoa está deitada num equipamento de imagiologia médica.

Os hospitais do Oeste vão investir 3,9 milhões de euros em dois tomógrafos e um robot cirúrgico, que reduzirão os custos com exames externos e os tempos de internamento, informou a Unidade Local de Saúde do Oeste (ULS do Oeste).

O investimento, inserido no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), foi autorizado pelo Governo, segundo a ULS do Oeste, para aquisição de dois novos equipamentos de Tomografia Axial Computorizada (TAC) e de um sistema cirúrgico robótico, equipamentos que visam “modernizar o parque tecnológico da instituição e reforçar a qualidade e eficiência dos cuidados de saúde prestados à população”.

Os dois novos aparelhos de TAC “substituirão equipamentos com mais de uma década de uso, atualmente descontinuados e tecnologicamente ultrapassados”, informou a ULS, esclarecendo que estes equipamentos “já não têm assegurada a disponibilidade de peças de substituição e apresentam avarias frequentes, o que compromete o funcionamento dos serviços de urgência”.

A substituição destes equipamentos “evitará custos anuais superiores a 2,5 milhões de euros com exames subcontratados ao exterior e permitirá realizar mais de 40 mil exames anuais internamente, com ganhos significativos em rapidez e qualidade diagnóstica”, pode ler-se num comunicado da ULS do Oeste.

Já a aquisição do Robot Cirúrgico, com um custo estimado em cerca de 1,8 milhões de euros, colocará a ULS do Oeste no “restrito grupo de instituições do Serviço Nacional de Saúde com cirurgia robótica, uma técnica que oferece maior precisão e menor invasão”.

O equipamento será utilizado em especialidades como Urologia, Cirurgia Geral e Ginecologia, “reduzindo o tempo de internamento, o risco de complicações e as listas de espera cirúrgicas”, refere a mesma nota.

A Unidade Local de Saúde do Oeste agrega, desde 1 de janeiro de 2024, numa única entidade, o Centro Hospitalar do Oeste e os Agrupamentos de Centros de Saúde do Oeste Norte e do Oeste Sul. Integra os concelhos de Caldas da Rainha, Óbidos, Bombarral Peniche, no distrito de Leiria, e de Lourinhã, Cadaval, Torres Vedras e Sobral Monte Agraço, no distrito de Lisboa.

A população residente da área geográfica de influência direta da ULS do Oeste é de 235.231 residentes, distribuídos por aproximadamente 1.348 quilómetros quadrados.


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