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“Filosofia pode valer mais do que programação na era da inteligência artificial”, afirma Daniela Braga

A Inteligência Artificial está a transformar de forma acelerada o trabalho, a educação e a economia. Num contexto de rápida evolução tecnológica, sobressai uma ideia central. A capacidade de pensar, interpretar e decidir será determinante para profissionais e países, entende a fundadora & CEO da Defined.ai

Afirmou recentemente que “será melhor estudar filosofia do que programação”. O que quis exatamente sublinhar com essa ideia e que competências humanas considera hoje mais determinantes no mundo da Inteligência Artificial?
Nas grandes corporações, há um incentivo claro para usar estas ferramentas de Inteligência Artificial – não para substituir as pessoas, mas para triplicar a produtividade. Por isso, quis reforçar que, neste momento, as competências-chave são espírito crítico, racionalidade, pensamento e capacidade de argumentação. A IA também está a evoluir aí, mas o pensamento humano, a argumentação, a retórica, a explicação, ainda é mais complexo, sobretudo por ser multimodal e culturalmente diverso, e não vai ser facilmente substituído no imediato.


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