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“Depois da tempestade” em cena no Bambi

Estreia esta tarde, 12 de agosto, uma peça de teatro que evoca os 80 anos da morte de Afonso Lopes Vieira. O espetáculo pode ser visto em São Pedro de Moel até 13 de setembro.

Os atores Miguel Linares e Carolina Santarino protagonizam a nova peça de teatro FOTO: CMMG

É descrito como uma “emocionante homenagem à arte, à amizade e à extraordinária capacidade humana de recomeçar”. A peça “Depois da tempestade” estreia na tarde desta quarta-feira (17h30), no jardim do Bambi, em São Pedro de Moel, e fica em cena nas próximas semanas, até 13 de setembro, sempre no mesmo espaço.

Criado para assinalar os 80 anos passados sobre a morte de Afonso Lopes Vieira, o espetáculo evoca o legado do poeta através de “uma narrativa inspiradora e atual”, interpretada por Miguel Linares, que encarna Afonso Lopes Vieira, e Carolina Santarino, que dá vida a Amélia Rey Colaço.

A peça pode ser vista também quinta-feira, dia 13 (18h30), e na sexta-feira, dia 14, domingo, dia 16, e quarta-feira, dia 19, a partir das 22 horas. Sábado, dia 15, o teatro começa às 15h30.

“Dias da tempestade” está incluído na programação cultural de verão de São Pedro de Moel, que o município promove até 20 de setembro.

No total são dezenas de atividades, todas gratuitas, com propostas que vão to teatro ao bem-estar, passando pela literatura, artes visuais, ambiente, património e diversas atividades para famílias. A programação reparte-se pelo Edifício Cosmos Azul e Mar, a praça Afonso Lopes Vieira, o jardim do Vale do Ribeiro e o jardim do Bambi.

Já nos próximos dias, além de “Dias da tempestade”, destaque para o concerto que esta sexta-feira, dia 14 (19h), junta violino e pintura “speed painting” na praça Afonso Lopes Vieira, por JP e Leonor.

No sábado, dia 15, há oficina de teatro orientada por Miguel Linares (10h30, 6-14 anos), oficina de artes plásticas, por Sara Martins (16h30), e Música à Varanda do Edif´cio Cosmos com o pianista Dinis Brito (19h). À noite (22h), no mesmo espaço, há conversa com a atriz marinhense Manuela Jorge sobre o livro “O que cabe em 35 mm”.