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Dezenas de armadilhas combatem inseto que ataca o pinheiro-bravo

O objetivo é acompanhar a evolução da população de escolitídeos e recolher informação para apoiar a definição de futuras medidas de gestão e controlo.

Algumas espécies de escolitídeos atacam árvores debilitadas, doentes ou recentemente afetadas por fenómenos como incêndios, secas ou tempestades FOTO: Joaquim Dâmaso

Até ao final de agosto um total de 152 armadilhas para controlo de um inseto que ataca o pinheiro-bravo vão ser instaladas pelo concelho. Em concreto, são armadilhas para fazer face à ação dos escolitídeos do pinheiro-bravo.

A medida pretende acompanhar a presença destes insetos, que podem atacar pinheiros debilitados ou recentemente afetados, contribuindo para a sua degradação e favorecendo a propagação de problemas fitossanitários na floresta.

Os escolitídeos são pequenos escaravelhos que vivem, sobretudo, sob a casca das árvores e se alimentam dos seus tecidos. Algumas espécies atacam pinheiros, em particular árvores debilitadas, doentes ou recentemente afetadas por fenómenos como incêndios, secas ou tempestades.

Ao perfurarem a casca e abrirem galerias no tronco, podem contribuir para o enfraquecimento e morte das árvores e, em determinadas condições, favorecer a propagação de problemas fitossanitários na floresta.

A rede de armadilhas será distribuída pelas áreas consideradas de maior risco, permitindo acompanhar a evolução da população de escolitídeos e recolher informação que possa apoiar a definição de futuras medidas de gestão e controlo.

Os dispositivos estarão devidamente identificados e equipados com um atrativo químico.

O município é responsável por esta ação e, em comunicado, alerta a população para não mexer nas armadilhas.


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