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Ervas nas bermas e falta de passeios em Chiqueda

No rio Alcoa, “está tudo cheio de ervas, árvores dentro do rio e muros de pedra caídos”, denuncia um leitor, através de uma carta.

Venho fazer um apanhado da aldeia e, já agora, das entradas principais em Chiqueda, que pertence a Alcobaça, desde o cruzamento dos Ganilhos, junto aos semáforos, até ao IC2, nos Moleanos.

As bermas estão cheias de ervas e os peões não têm um único passeio para andar, tanto de verão como de inverno, o que é uma lástima. A estrada foi mal alcatroada, está cheia de buracos e ninguém consegue andar a pé nem de bicicleta sem levar com água dos carros. No inverno, não se pode circular nas bermas dada a quantidade de água, tendo de andar na berma da estrada e correndo o risco de ser atropelado.

Temos, nessa mesma estrada, carros a circular a alta velocidade todos os dias e ninguém respeita ninguém. Daí ter havido, recentemente, um acidente que fez uma vítima mortal. Precisa-se de lombas, estrada marcada e passadeiras, entre outros.

Chiqueda é a referência da cidade de Alcobaça, onde nasce o rio Alcoa. Porque será que ninguém tem interesse em ter tudo digno para ser visitado, como era antes? Sobre o rio Alcoa, está tudo cheio de ervas, árvores dentro do rio e muros de pedra caídos, é uma vergonha.

Na rua do Nascente, temos duas situações: um abatimento de piso há mais de um ano, sem que ninguém tenha feito nada até agora; e, na mesma rua, uma fábrica velha destruída onde se pratica tráfico de drogas, com mau aspeto, ratos que acabam por ir para as casas ao redor e o medo das pessoas de ali passar como passavam antes.

Temos a nascente do rio Alcoa igualmente sem que façam nada para a tornar atrativa e mantê-la limpa, com boas passagens até à nascente. A rua da Fonte e a rua do Canelão também precisam de ser alcatroadas, e nada. Precisam de contentores de lixo, e também nada.

Leitor devidamente identificado
Alcobaça

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