Quem quiser fazer praia e desfrutar de uma refeição mais exclusiva, recatada e com alguma finesse, deve considerar este restaurante. A palavra “Cobalt” remete para o azul do azulejo português como os que decoram o fundo da piscina exterior do hotel, alusivos aos Descobrimentos. De azul pintam-se, também, as paredes da sala de refeições e o mar que se vislumbra no horizonte, na esplanada. Gastronomicamente, este é um restaurante de “fine dining que privilegia os produtos nacionais e regionais”, refere o diretor de F&B, Duarte Cardim. O chef João Nuno Silva dá o exemplo do feijão papo de rola, do chícharo, cuscos transmontanos, porco Malhado de Alcobaça, bivalves da lagoa de Óbidos, do peixe de Peniche e do sal e azeite de Rio Maior. Partindo de matéria-prima de qualidade, propõe-se “fazer algo diferente, mais arrojado”, à imagem dos bimis grelhados e servidos com texturas de courgette, avelã e infusão de sabugueiro. O peixe marinado com maçã de Alcobaça e a bisque de lavagante são outras hipóteses para iniciar o repasto, sustentando, entretanto, com a frescura do peixe do mercado, que varia consoante o que o mar dá. Pode ser marcado no sauté e servir com legumes, puré ou um arroz, e ainda cozinhar ao vapor. Se preferir carne, tem o lombo de novilho com amêijoa da lagoa de Óbidos, coroando com um cremoso de chocolates, crumble de cacau e gelado de fava Tonka.
Fonte: Guia de Bem Comer 2025




