A notícia do REGIÃO DE LEIRIA que descreve os locais onde a população “pode ver como ajudar e ser ajudada”, depois da passagem da tempestade Kristin, que deixou um rasto de destruição em bens públicos e privados e mudou a vida de muitas pessoas para sempre, gerou uma cadeia de solidariedade entre jornais de todo o país.
“A tempestade Kristin deixou um cenário de grande destruição no distrito de Leiria, afetando duramente comunidades, famílias e infraestruturas”, conta o Badaladas, que se “junta à corrente de solidariedade e partilha a informação onde é possível acompanhar a situação no terreno e perceber como ajudar — ou ser ajudado”.
Segundo o jornal, “agora, mais do que nunca, a união, a informação certa e a entreajuda são essenciais para apoiar quem mais precisa”.
O Postal, por sua vez, descreve que “famílias e infraestruturas afetadas exigem apoio urgente e informação útil”. “Somos todos região de Leiria em tempo de reconstrução”, adianta, frisando que “a dimensão dos estragos está a provocar uma situação descrita por vários intervenientes locais como ‘uma crise como não há memória’, exigindo resposta rápida e atenção total a quem ficou mais vulnerável”.
Por isso, “manifesta a sua solidariedade para com todos os que sofrem as consequências desta tempestade e também com os profissionais e voluntários que estão no terreno a apoiar as populações, a repor serviços e a tentar devolver alguma normalidade ao dia a dia”.
“Numa hora em que a informação certa e a entreajuda fazem a diferença”, o Postal “associa-se igualmente à corrente de partilha de informação reunida pelo REGIÃO DE LEIRIA, que tem disponibilizado dados em permanente atualização sobre a situação no terreno e indicações sobre como ajudar ou ser ajudado”.
O Jornal do Fundão também “manifesta solidariedade para com a região de Leiria, severamente afetada pela tempestade Kristin, que provocou um rasto de destruição e afetou milhares de pessoas e infraestruturas”, frisando que, “à semelhança de outros órgãos de comunicação, tem a certeza de que, em momentos difíceis, a informação certa e a entreajuda podem fazer a diferença”.
O Diário, por sua vez, refere: “Agora é a nossa vez de ajudar muitos daqueles que, após a tragédia de fevereiro de 2010 na Madeira, deram o que lhes era possível para recuperarmos de forma célere. Nesta hora, para além da motivação aos corajosos que tudo farão para repor a normalidade, importa ter gestos que acudam os que, em Leiria e noutros distritos fustigados do País, precisam de conforto, bens essenciais e esperança”.
Entre outros, juntaram-se até agora a esta cadeia de solidariedade informativa os jornais Gaiense, Alvorada, Linhas de Elvas, A Verdade e Alto Minho.