Existe uma linguagem que não se aprende na escola, que não requer tradução e que não conhece fronteiras. Trata-se da linguagem do brincar.
António Filipe Chambel
Investigador da Universidade de Coimbra
ExclusivoHoje às 18:16
Crónica: A língua da brincadeira
Os adultos procuram aquilo que os distingue; as crianças descobrem primeiro aquilo que as une. Elas não questionam a nacionalidade, a religião, a cor da pele ou a ideologia. Perguntam: “Queres brincar?”