Durante décadas, Portugal olhou para a sua diáspora sobretudo numa perspetiva afetiva. Celebramos as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, reconhecemos o seu contributo para a afirmação do país e valorizamos as remessas, o investimento e a preservação da nossa identidade. Tudo isso foi e continua a ser importante, mas já não é suficiente.
António Henriques
Presidente da Câmara Municipal de Castanheira de Pera
ExclusivoHoje às 18:30
Pontos de vista: Muitos emigrantes sentem que o Estado apenas se lembra deles em datas simbólicas ou quando importa valorizar as remessas e o investimento. O que deve mudar na relação entre Portugal e a sua diáspora?
A mesma pergunta, dois pontos de vista. Os autarcas Pedro Pimpão (Pombal) e António Henriques (Castanheira de Pera) respondem, em artigo de opinião, à mesma questão.