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Mercado

Vidreiros prometem luta por melhores salários

Aumentos entre zero e um por cento na indústria de vidro de embalagem lançaram a indignação entre os trabalhadores, que admitem recorrer à greve na luta por melhores salários.

Aumentos entre zero e um por cento na indústria de vidro de embalagem lançaram a indignação entre os trabalhadores, que podem recorrer à greve na luta por melhores salários.

Na Marinha Grande, as actualizações para 2010 são de zero na Barbosa & Almeida, o,5% na Gallovidro e 1% na Santos Barosa. Uma “situação inaceitável” para o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Videira (STIV), que acusa as empresas de acumularem lucros de milhões ao mesmo tempo que usam a crise como desculpa para não partilhar a riqueza criada.

Não há contrato colectivo no sector, mas patrões e sindicatos costumam definir condições válidas para a Gallovidro, a Saint Gobain e a Santos Barosa. Este ano, as negociações terminaram sem acordo. Depois dos plenários que já decorrem nas empresas, a luta dos trabalhadores “pode passar pela greve”, afirma Etelvina Ribeiro, dirigente do STIV.

O vidro de embalagem dá emprego a 1.100 pessoas na Marinha Grande.

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